quarta-feira, 10 de novembro de 2010

CONVITE

Prezado,

Gestor de Segurança de Instituição de Ensino,

Gostaria de convidá-lo para a reunião que será realizada na Universidade São Judas Tadeu, Unidade Mooca, localizada à Rua Taquari, nº 546, no dia 24 de novembro, às 14h.

No último evento, dia 27 de agosto, foi discutido entre os convidados o PROSUGER – Projeto de Segurança Universitária e Gestão de Risco -, desenvolvido especialmente para aperfeiçoar as formas de prevenção e combate à violência nas universidades e escolas. Atualmente, apresenta resultados positivos nos Diretórios Centrais dos Estudantes e Centros Acadêmicos das principais instituições de ensino.

Depois disso, abordarei os principais assuntos relacionados à retrospectiva da minha gestão (2009/2010) e pautaremos o planejamento para a próxima eleição (Biênio).

Certamente, os temas abordados são do interesse de todos que lidam com a atividade de Segurança Escolar e querem o melhor para as Instituições. Conto com a sua presença.

Atenciosamente,

Wagner Grans
Coordenador GIASES
(11) 8376-0677
e-mail.: wgrans@yahoo.com

terça-feira, 9 de novembro de 2010

QUANDO A BARBÁRIE CHEGA À UNIVERSIDADE

No momento em que a violência desmedida, a falta absoluta da ética e o desprezo pelos mais elementares princípios de cidadania alcançam a universidade, estamos na antecâmara do caos.

Essa instituição, que deveria ser o reduto contra a intolerância e a mediocridade, um espaço democrático que garantisse a diversidade de opinião, o respeito ao ser humano e praticasse os ideais da cultura humanística, não pode ser o local de práticas deste jaez.

Os recentes e repetidos acontecimentos de "bullying" ocorridos em campos universitários brasileiros anunciam aquela tragédia.

Por uma reportagem desta Folha, tivemos conhecimento de mais um caso, abordando os acontecimentos ocorridos no "InterUnesp 2010". Nesse evento, alunas da Unesp foram agredidas e constrangidas por colegas no grotesco "rodeio das gordas", cujo objetivo era agarrar colegas e, brutalmente, utilizá-las como montaria para simular um rodeio. No campus de uma das mais importantes universidades do país, o evento é inadmissível. Tão grave quanto o ocorrido recentemente com uma aluna da Uniban. Além de "bullying", fica configurada a violência contra a mulher em diferentes contextos e situações.

As declarações do sr. Roberto Negrini, aluno da Unesp e, segundo a Folha, um dos organizadores do evento, seriam cômicas, se não fossem trágicas, uma vez que partem de um estudante universitário que tem os seus estudos pagos pela sociedade, a qual deveria respeitar.

Ele deveria saber que, além de formar profissionais competentes, a universidade deve formar cidadãos responsáveis e prontos a ressarcir, por meio do exemplo e do exercício profissional ético e competente, o investido pela sociedade na sua formação.

Deveria saber também que "brincadeira" e "divertimento" são situações em que todos os protagonistas se divertem, sem causar constrangimentos de ordem física ou moral a minorias indefesas.

De acordo com especialistas da área, dentre os quais incluímos a doutora Ana Beatriz Barbosa Silva, o "bullying" no ambiente escolar é caracterizado como situação em que indivíduos, geralmente os mais poderosos e "enturmados", se divertem repetida e intencionalmente às expensas de outros.

Configura-se, assim, uma situação em que a vítima não tem a possibilidade de se defender. E o que é pior: no caso presente, ocorreu seguramente em quatro modalidades: verbal, físico-material, psicológica e moral. Portanto, o fato não pode ser relegado ao esquecimento ou acobertado.

Esperamos que, após a averiguação, os responsáveis sejam punidos exemplarmente. A propósito, não esperamos do professor Ivan Esperança, vice-diretor do campus de Assis, a instauração de um processo inquisitório.

Temos, sim, a esperança de que as autoridades universitárias atuem com a postura de verdadeiros educadores. Não há espaço para omissão, tolerância ou tibieza.

Felizmente, o Ministério Público tem atuado com consciência e rigor em situações dessa natureza, e certamente manterá a postura.

Como ex-aluno, ex-diretor da Faculdade de Medicina e ex-reitor da Unesp, não posso calar diante do insólito ocorrido.

Exorto o magnífico reitor da Unesp a atuar no sentido de preservar os princípios mais elementares da dignidade humana e o renome da universidade, pelo que ela representa para a educação nacional e para o Estado de São Paulo.

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ARTHUR ROQUETE DE MACEDO é professor emérito da Faculdade de Medicina da Unesp e ex-reitor dessa universidade (1993-1997), membro da Academia Brasileira de Educação, do Conselho Nacional de Educação e presidente do Instituto Metropolitano da Saúde - FMU.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Violência na Escola

A violência é hoje uma das principais preocupações da sociedade. Ela atinge a vida e a integridade física das pessoas . É um produto de modelos de desenvolvimento que tem suas raízes na história .

A definição de violência se faz necessária para uma maior compreensão da violência escolar. É uma transgressão da ordem e das regras da vida em sociedade. É o atentado direto, físico contra a pessoa cuja vida, saúde e integridade física ou liberdade individual correm perigo a partir da ação de outros. Neste sentido Aida Monteiro se expressa " entendemos a violência, enquanto ausência e desrespeito aos direitos do outro"[1]. No estudo realizado pela autora em uma escola, buscou-se perceber a concepção de violência dada pelo corpo docente e discente da instituição.

Para o corpo discente " violência representa agressão física, simbolizada pelo estupro, brigas em família e também a falta de respeito entre as pessoas ". Enquanto que para o corpo docente " a violência, enquanto descumprimento das leis e da falta de condições materiais da população, associando a violência à miséria, à exclusão social e ao desrespeito ao cidadão" .

É importante refletirmos a diferença entre agressividade, crime e violência.

A agressividade é o comportamento adaptativo intenso, ou seja , o indivíduo que é vítima de violência constante têm dificuldade de se relacionar com o próximo e de estabelecer limites porque estes às vezes não foram construídos no âmbito familiar. O sujeito agressivo tem atitudes agressivas para se defender e não é tido como violento. Ele possui "os padrões de educação contrários às normas de convivência e respeito para com o outro ." ABRAMOVAY ; RUA ( 2002) A construção da paz vem se apresentando em diversas áreas e mostra que o impulso agressivo é tão inerente à natureza humana quanto o impulso amoroso; portanto é necessária a canalização daquele para fins construtivos, ou seja, a indignação é aceita porém deve ser utilizada de uma maneira produtiva.

O crime é uma tipificação social e portanto definido socialmente é uma rotulação atribuída a alguém que fez o que reprovamos. " Não reprovamos o ato porque é criminoso. É criminoso porque o reprovamos"(Émile Durkheim).

Violência pode ser também “uma reação conseqüente a um sentimento de ameaça ou de falência da capacidade psíquica em suportar o conjunto de pressões internas e externas a que está submetida” LEVISKY (1995) apud DIAS;ZENAIDE(2003)

Tipos de violência

A violência que as crianças e os adolescentes exercem , é antes de tudo, a que seu meio exerce sobre eles COLOMBIER et al.(1989). A criança reflete na escola as frustrações do seu dia-a- dia.

É neste contexto que destacamos os tipos de violência praticados dentro da escola .

Violência contra o patrimônio - é a violência praticada contra a parte física da escola. " É contra a própria construção que se voltam os pré-adolescentes e os adolescentes , obrigados que são a passar neste local oito ou nove horas por dia." COLOMBIER et al.(1989)

Violência doméstica - é a violência praticada por familiares ou pessoas ligadas diretamente ao convívio diário do adolescente.

Violência simbólica - É a violência que a escola exerce sobre o aluno quando o anula da capacidade de pensar e o torna um ser capaz somente de reproduzir. " A violência simbólica é a mais difícil de ser percebida ... porque é exercida pela sociedade quando esta não é capaz de encaminhar seus jovens ao mercado de trabalho, quando não lhes oferece oportunidades para o desenvolvimento da criatividade e de atividades de lazer; quando as escolas impõem conteúdos destituídos de interesse e de significado para a vida dos alunos; ou quando os professores se recusam a proporcionar explicações suficientes , abandonando os estudantes à sua própria sorte , desvalorizando-os com palavras e atitudes de desmerecimento". (ABRAMOVAY ; RUA , 2002, p.335) a violência simbólica também pode ser contra o professor quando este é agredido em seu trabalho pela indiferença e desinteresse do aluno. ABRAMOVAY ; RUA ( 2002)

Violência física - "Brigar , bater, matar, suicidar, estuprar, roubar, assaltar, tiroteio, espancar, pancadaria, neguinho sangrando, Ter guerra com alguém, andar armado e, também participar das atividades das guangues " ABRAMOVAY et al. (1999)

Os fatores que levam os jovens a praticar atos violentos

São inúmeros os fatores que podem levar uma criança ou um adolescente a um ato delitivo, a seguir, abordaremos os que acreditamos serem os mais relevantes .

A desigualdade social é um dos fatores que levam um jovem a cometer atos violentos. A situação de carência absoluta de condições básicas de sobrevivência tende a embrutecer os indivíduos, assim, a pobreza seria geradora de personalidades desruptivas. " A partir desse ... de estar numa posição secundária na sociedade e de possuir menos possibilidades de trabalho, estudo e consumo, porque além de serem pobres se sentem maltratados, vistos como diferentes e inferiores. Por essa razão, as percepções que têm sobre os jovens endinheirados são muito violentas e repletas de ódio..." ABRAMOVAY et al. (1999) é uma forma de castigar à sociedade que não lhe dá oportunidades.

A influência de grupos de referência de valores , crenças e formas de comportamento seria também uma motivação do jovem para cometer crimes.

" o motivo pelo qual os jovens...aderem às gangues é a busca de respostas para suas necessidades humanas básicas, como o sentimento de pertencimento, uma maior identidade, auto-estima e proteção, e a gangue parece ser uma solução para os seus problemas a curto prazo" ABRAMOVAY et al. (1999), assim, o infrator se sente protegido por um grupo no qual tem confiança. " Valores como solidariedade, humildade, companheirismo, respeito, tolerância são pouco estimulados nas práticas de convivência social, quer seja na família, na escola, no trabalho ou em locais de lazer. A inexistência dessas práticas dão lugar ao individualismo, à lei do mais forte, à necessidade de se levar vantagem em tudo, e daí a brutalidade e a intolerância", (MONTEIRO,2003) a influência das guangues que se aliam ao fracasso da família e da escola. A educação tolerante e permissiva não leva a ética na família. Os pais educam seus filhos e estes crescem achando que podem tudo.É dentro das gangues ou das quadrilhas como se refere Alba Zaluar que os jovens provam sua audácia, desafiam o medo da morte e da prisão. É uma subcultura criminosa marcada pela atuação masculina (ZALUAR, 1992, p.27).

O indivíduo enfrenta uma grande oferta de oportunidades: o uso de drogas uso de bebidas alcoólicas, uso da arma de fogo aliada a inexistência do controle da polícia, da família e comunidade tornam o indivíduo motivado a concluir o ato delitivo. “Carências afetivas e causas sócio-econômicas ou culturais certamente aí se misturam, para desembocar nestas atitudes”. (COLOMBIER, 1989, p.35). ““ A Disponibilidade de armas de fogo e as mudanças que isso impõe às comunidades conflituosas, contribuindo para o aumento do caráter mortal dos conflitos nas escolas” ABRAMOVAY; RUA (2002, p.73)” a falta de policiamento agrava a situação na medida em que a polícia pode ser sinônimo de segurança e ordem" ABRAMOVAY; RUA (2002, p.337).

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Segurança nas Escolas

Cinco ações  aumentam a segurança nas Escolas

Ao invés de grades, cadeados e câmeras, medidas como a criação de um fórum para discutir o tema e parcerias com outras instituições ajudam a prevenir delitos com mais eficácia

Gustavo Heidrich


Mais sobre segurança escolar

Educar em meio à violência


Manutenção dos sistemas de segurança da escola

A preocupação com a vulnerabilidade das crianças e dos jovens na escola sempre tirou o sono de pais e gestores. Seja nas unidades localizadas no que os especialistas chamam de áreas de risco (veja reportagem sobre o tema), seja em escolas situadas em bairros considerados seguros, há sempre o temor de furtos, danos ao patrimônio e abordagem dos alunos por traficantes. Um gestor que quer evitar surpresas pode ter a ideia de colocar grades e cadeados em todas as salas e instalar câmeras de segurança. Contudo, apesar de essas medidas darem a sensação de proteção e serem importantes em alguns casos, se tomadas isoladamente tornam a escola refém do próprio entorno.

É importante envolver a equipe e a comunidade em um debate permanente sobre o assunto e criar um grupo representativo de todos os públicos da escola para mapear os pontos mais frágeis e discutir as possíveis soluções em conjunto. Paralelamente, pequenas ações - como ter um porteiro atento, nos horários de entrada e saída dos alunos, abordar a violência nas reuniões de pais e promover palestras preventivas com as famílias - podem fazer a diferença. Conheça a seguir cinco pontos que contribuem para garantir a segurança nas escolas.

1. Criar um fórum de segurança

A primeira ação do gestor que quer agir preventivamente é fazer do tema um objeto permanente de discussão. Se a escola tiver um conselho atuante, o ideal é que ele também funcione como um fórum para debater essa questão ou que alguns membros sejam destacados para cuidar especificamente desse assunto.

Caso contrário, é possível convidar representantes dos diversos segmentos da comunidade escolar (direção, alunos, pais, funcionários, professores, vigilantes) e ainda um integrante do batalhão da Polícia Militar, responsável pela segurança da região, para formar um grupo, cuja função principal é pensar em ações educativas e melhorias na infraestrutura que garantam a segurança interna, bem como em projetos que promovam a cultura de paz.

É essa instância também que encaminhará as possíveis soluções aos problemas que aparecerem e manterá contato com os órgãos competentes - Ministério Público, Conselho Tutelar, organizações não governamentais (ONGs) e outras instituições - para que a escola tenha um canal de interlocução em que as queixas da comunidade em relação à segurança sejam colocadas e debatidas.

2. Elaborar um manual interno

Formado o fórum, é interessante investir na produção e na divulgação de um manual com as regras gerais da escola, o funcionamento das rotinas de segurança e um sumário com telefones úteis (delegacias próximas, assistência social e Vara da Infância e da Juventude).

Vale também incluir os trechos mais importantes do Estatuto da Criança e do Adolescente. Segundo o Grupo de Apoio à Segurança Escolar do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), os delitos mais comuns nas escolas são dano (vandalismo), pichação, porte de arma, uso e tráfico de entorpecentes, lesão corporal, embriaguez, ameaça, corrupção de menores, atentado ao pudor e estupro. "Um protocolo de segurança com a postura a ser adotada em cada tipo de infração é um documento útil para o gestor", aponta Rubim Lemos, promotor de justiça e coordenador do Grupo de Apoio à Segurança Escolar do MPDFT.

Faça a leitura e a discussão dele durante as reuniões de pais, do conselho, da Associação de Pais e Mestres e nos horários de formação da equipe.

3. Montar uma estrutura preventiva

"Toda segurança tem de ser voltada para resguardar as pessoas e o patrimônio", afirma Carlos Alberto Reis, pedagogo e consultor em segurança escolar. Para tanto, é essencial que o fórum sugira algumas medidas preventivas, como pedir a professores e funcionários que fiquem atentos aos fatos que fujam da rotina e gerem suspeita.

Na entrada da escola, o ideal é que fique sempre a mesma pessoa para que seja capaz de reconhecer os alunos. Em unidades maiores, vale pedir que todos usem crachá ou se identifiquem com a carteira de identidade ou de estudante. Entre os vigias, deve ser organizado um sistema de ronda para que um deles passe regularmente por áreas externas, corredores e locais visados, como o laboratório de informática.

Se preciso, é possível solicitar o reforço de funcionários de segurança à Secretaria de Educação. Quando discutida pelo conselho escolar ou pelo fórum de segurança, a instalação de câmeras de vigilância e alarmes é benéfica, desde que fiquem expostas e toda a comunidade tenha ciência de seu uso. "A segurança deve ser encarada como um investimento, pois representa uma economia de custos, já que se evitam depredações e roubos", aconselha Reis.

4. Estabelecer parcerias com outras instituições

É função dos gestores também colaborar e manter contato com as corporações policiais e outras instituições de segurança pública. Apresente os policiais responsáveis pela ronda na região da escola a alunos, funcionários e pais - eventualmente, e somente com a autorização do diretor, eles poderão realizar operações dentro e no entorno da escola.

As promotorias de Infância e Juventude dos Ministérios Públicos e os Conselhos Tutelares são parceiros na orientação e no encaminhamento de menores infratores. Para as Polícias Militar e Civil e o Corpo de Bombeiros, o gestor pode solicitar palestras e distribuição de materiais que abordem, por exemplo, a prevenção ao uso de drogas.

Por fim, a própria Secretaria de Educação pode ser acionada, quando necessário, para providenciar verbas para a construção de muros ou a compra de equipamentos de segurança e iluminação.

5. Registrar e conduzir casos de furto e vandalismo

Segurança reforçada para provas do Enem

Segurança reforçada para provas do Enem

Margarida Azevedo

A segurança do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que será realizado sábado e domingo, contará, em Pernambuco, com 2.559 policiais militares, que trabalharão a pé, em motos e carros. Este ano, haverá reforço de cerca de 500 homens. Além da vigilância nos 418 prédios distribuídos em todo o Estado, a PM escoltará equipes dos Correios que vão transportar as provas nos dias da avaliação. Os testes estão guardados em três quartéis do Exército (Recife, Garanhuns e Petrolina), que armazenarão também os cartões de respostas dos candidatos. Haverá exame em 81 cidades e no arquipélago de Fernando de Noronha.
Segundo o subdiretor de Operações da Polícia Militar de Pernambuco, coronel Sillas Charamba, dos 2.559 policiais envolvidos, 1.280 estarão nos locais de provas. “Em cada prédio, colocaremos uma dupla de PMs. No entorno dos prédios, manteremos equipes fazendo rondas em motos e viaturas. Haverá pessoal destacado também para as escoltas dos quartéis do Exército até os prédios”, explica coronel Charamba.
O reforço de efetivo ocorreu porque houve aumento no número de inscritos. Em 2009 foram aproximadamente 208 mil candidatos, este ano são 228 mil.
Dos 14 municípios da Região Metropolitana do Recife, apenas em Araçoiaba, Itapissuma e Itamaracá não haverá aplicação de provas. “Para montar o esquema de segurança e definir o quantitativo de homens trabalhando nos dias do Enem, realizamos reunião com um representante do Ministério da Educação”, afirma coronel Charamba. O MEC destinou, conforme o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), R$ 2,99 milhões às secretarias de Segurança Pública dos Estados, mais R$ 1,47 milhão ao Ministério da Defesa.
“É importante que os candidatos fiquem atentos ao horário de início das provas em Pernambuco, que será ao meio-dia. A orientação que passamos aos policiais de plantão nos locais do exame é que nenhuma pessoa pode entrar após 11h55”, observa o subdiretor de Operações da PM. Ainda de acordo com Charamba, caberá aos funcionários dos Correios transportar as provas dos quartéis até os 418 prédios, no Estado, que abrigarão candidatos.
A Polícia Rodoviária Federal de Pernambuco já levou testes do Recife a outras três capitais do Nordeste: João Pessoa, Natal e Maceió. A Polícia Federal manterá equipes de plantão no fim de semana, como faz, independentemente do Enem. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, policiais serão acionados se houver necessidade.



quinta-feira, 28 de outubro de 2010

GR e GCN, atividades complementares

Gestão de Risco e Gestão da Continuidade de Negócios, atividades complementares.

Muito se tem falado sobre a necessidade do Planejamento de Segurança e da Gestão de Risco (GR) nas organizações como forma de manter a competitividade reduzindo prejuízos na produção, na distribuição e na execução de serviços, visando o controle e mitigação das perdas. Com o advento da globalização, as operações interligadas e os diferentes mercados a serem atendidos criam novos desafios de proteção e controle, tornando ainda mais indispensável a análise e adoção de medidas de mitigação dos riscos de acordo com as diversas condições encontradas, seja por necessidade de buscar a competitividade e manter a existência, seja pela necessidade de atender a normas ou procedimentos regulatórios.

Independentemente da técnica ou do método empregado é importante frisar que a GR é sempre um esforço de análise preventiva, se inicia com a observação e o levantamento das condições de segurança dos ambientes interno e externo, passando pela determinação dos perigos que envolvem determinada atividade ou toda a organização, da probabilidade destes perigos se concretizarem e do impacto esperado quando de sua concretização. Identificada a probabilidade e o impacto da concretização de cada perigo, será construído um quadro das condições atuais de segurança, alicerce para a tomada de decisões quanto às medidas de segurança e o investimento necessário.

A Análise de Riscos é a base para a tomada de decisão sobre diversas medidas de proteção que permitirão às organizações operar dentro do risco que desejam assumir em suas atividades (apetite pelo risco), qual o custo para manter as atividade dentro da faixa de risco desejada e se compensa manter determinadas atividades em função do risco determinado.



Quadro 01- Matriz (Probabilidade X Impacto)



A natureza da GR é a prevenção, a mitigação do risco (probabilidade X impacto). Exceto quando a organização decide abandonar o negócio ou atividade em função do risco, a Gestão de Risco não visa eliminar o risco, mesmo com as melhores e maiores técnicas de mitigação. O risco que permanece após a GR é chamado de risco residual e a GR não elimina o risco residual.

O tratamento do risco residual, isto é, como a organização continuará operando após a concretização deste risco, é o objetivo da Gestão da Continuidade de Negócios (GCN). A Gestão da Continuidade de Negócios (GCN) não é uma atividade preventiva, não visa evitar as ocorrências, nem mitigar a sua probabilidade, parte do pressuposto de que o risco residual vai se concretizar e visa manter a organização operando, ou ao menos seus processos e atividades críticas, dentro de um prazo desejado e pré-determinado, tornando a organização resiliente, capaz de assimilar o impacto e continuar se mantendo até a sua completa recuperação. Assim como a GR se baseia nas técnicas de Analise de Risco (Probabilidade X Impacto), a GCN se Baseia na BIA - Business Impact Analisys (Impacto X Tempo). Outra diferença importante é que ao contrário da GR a GCN considera apenas os perigos com impactos catastróficos e rasteiros que tem potencial para tornarem-se catastróficos se não forem gerenciados adequadamente.





Quadro 02- Matriz (Tempo X Impacto)



Nenhum esforço de GR poderá eliminar a possibilidade de concretização dos perigos que envolvem as organizações, principalmente aqueles perigos de ordem natural como terremotos, enchentes, eventos climáticos e outros que estão fora do controle das organizações e dos países. Por este motivo, para o tratamento do risco residual, a Gestão da Continuidade de Negócios é o complemento necessário e obrigatório à Gestão de Riscos. Uma não existe sem a outra.

Paulo Eduardo Derenne Borges - CBCI

Gestor de Segurança e Riscos da FECAP

Profissional Certificado no BCI – Business Continuity Institute

domingo, 24 de outubro de 2010

CNJ lança cartilha para prevenir bullying nas escolas

CNJ lança cartilha para prevenir bullying nas escolas

22 de Outubro de 2010

Google

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou, nesta quarta-feira (20/10), durante seminário direcionado ao Projeto Justiça nas Escolas, uma cartilha para auxiliar pais e professores a prevenir o bullying nas escolas. O evento ocorreu na Escola de Magistratura Federal (Esmaf).
A cartilha produzida pelo CNJ foi elaborada pela médica psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, também autora do livro “Bullying: Mentes Perigosas nas Escolas”. A médica foi uma das palestrantes do seminário, ocasião em que desenvolveu uma espécie de “cartografia” do problema, considerado por ela “um fenômeno social e ato covarde”.
A ministra Eliana Calmon, Corregedora Nacional de Justiça, lembrou que o problema do bullying é de grande dimensão e que “o papel do CNJ é, também, levar a todos os conhecimentos necessários para enfrentar os obstáculos que se apresentam no âmbito da sociedade”. O Conselho – segundo a ministra - “vai envidar todo esforço possível para ajudar pais e educadores a mudar essa situação que tem se registrado de forma crescente nas comunidades e nas escolas brasileiras”.
Em sua explanação, Ana Beatriz afirmou que o bullying prejudica muito a vida social de crianças e adolescentes. Segundo a especialista, outro problema que o bullying causa é a evasão escolar. Ela também discursou sobre o cyber bullying, que é uma prática que vem crescendo ao redor do mundo. Nesse caso, ela disse “que as vítimas têm informações, que comprometem sua imagem, divulgadas na internet, geralmente em redes sociais.
O que é bullying: Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.

Fonte:Ascom/CNJ

sábado, 23 de outubro de 2010

Entrevista com Wagner Grans - Segnews

Wagner Grans é o novo coordenador  do Giases

Meta é melhorar segurança nas instituições de ensino superior  de todo Brasil


São Paulo - Para falar um pouquinho sobre a segurança nas instituições de ensino, convidamos o novo coordenador do Grupo Integrado de Apoio à Segurança no Ensino Superior (Giases), Wagner Grans, para uma entrevista no Jornal SegNews. Durante nossa conversa, Grans se mostrou muito entusiasmado com o setor educacional e pretende levantar na sua gestão a bandeira pela melhoria da qualidade profissional da segurança. Acompanhe abaixo alguns trechos da entrevista, que poderá ser acompanhada na íntegra na edição 33 do SegNews.

SegNews - Qual a dificuldade maior para se realizar a segurança de uma instituição de ensino?

Wagner Grans – O conceito de segurança na universidade onde atuo é mais corporativa do que patrimonial. O apoio de uma empresa de segurança terceirizada é importante, pois é mais barata do que manter uma segurança orgânica. Talvez a maior dificuldade esteja em encontrar empresas que realmente atendam às necessidades das instituições de ensino.

SegNews - O que mais dificulta o trabalho de segurança nas instituições de ensino?

Wagner Grans – A regra imposta por muitas empresas de que vigilante não pode falar com o cliente e de que tudo deve ser reportado ao supervisor, ou até mesmo que determinados assuntos o contratante não precisa saber o que aconteceu, não vale neste caso. Ao contrário, o cliente precisa saber de tudo, só assim poderá oferecer o respaldo suficiente ao corpo de segurança. Se não for dessa forma o trabalho da segurança nas instituições de ensino será prejudicado.

SegNews - Como lidar com o problema das drogas nas instituições de ensino?

Wagner Grans – Acredito que esse seja um assunto presente em todos os campus, pois os traficantes acham que ali está o dinheiro. Nesse caso, a universidade tem que comunicar o fato aos órgãos de segurança pública.

SegNews - Em termos de mercado, o que representa as instituições de ensino para a segurança privada?

Wagner Grans – Segundo uma pesquisa realizada há cerca de dez anos, as universidades representavam cerca de 1% do mercado de segurança. Hoje deve chegar a 10% e por ser muito pouco não chama a atenção das empresas especializadas em segurança.

SegNews – Com a conquista da coordenação do Giases, quais os planos para a nova gestão?

Wagner Grans – Mudou-se o coordenador, mas a linha de trabalho será a mesma. A idéia é ampliar nosso contado com a diretoria do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Sesmesp), reforçando nosso trabalho junto às instituições associadas. Estamos aqui para colaborar com as instituições em todo o Brasil.

 

GIASES na Imprensa 2009

 
Frente discute segurança escolar


Monica Ferrero

 
A Frente Parlamentar de Segurança Pública reuniu-se nesta segunda-feira, 30/6, para debater o tema “Segurança Escolar”. O coordenador da Frente, deputado Olímpio Gomes ( PV ) , declarou que a intenção da reunião era a “identificação de problemas e apresentação de soluções para minimizar os efeitos da criminalidade”. O coronel Luiz de Castro Junior lembrou que um quarto da população paulista está em idade escolar e discorreu sobre os aspectos do policiamento nas escolas feito pela Polícia Militar em todo o Estado. O coronel falou também do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) da Polícia Militar, que envolve crianças da faixa etária dos 9 aos 12 anos, e que já atendeu em São Paulo, desde 1993, quase cinco milhões de alunos. Desde 1999, é mantido outro programa, Jovens Construindo a Cidadania (JCC), que visa atender jovens entre 13 e 17 anos e instilar noções de cidadania e responsabilidade solidária. Reinaldo Corrêa, delegado do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) falou dos programas preventivos da Polícia Civil no combate à violência e às drogas. A Divisão de Prevenção e Investigação existe desde 1987 e, em cursos e palestras em escolas, igrejas e associações, visa formar agentes multiplicadores. Ele mostrou-se preocupado com o crescimento do uso do crack e com as festas raves, onde “jovens ingerem verdadeiras bombas, pois misturam diversas drogas e também álcool e remédios”. Representando o Grupo Integrado de Apoio a Segurança do Ensino Superior de São Paulo (Giases), Wagner Grans pediu mais apoio dos órgãos oficiais de segurança ao seu trabalho, que visa a segurança patrimonial e troca de experiências e informações para buscar soluções para os problemas de segurança no entorno dos campi de São Paulo. Ulisses Nascimento, também do Giases, somou-e à manifestação e reconheceu a falta de recursos da polícia de São Paulo. Olímpio Gomes lamentou a rejeição das emendas de parlamentares à recentemente votada Lei de Diretrizes Orçamentárias, que previam a destinação de mais recursos para a Secretaria de Segurança Pública, seja para revalorização do pessoal ou para instrumentação da força. Ele informou ainda que fará relatório desta reunião para conhecimento da Mesa. A seguir, foi aberta a palavra aos presentes para questionamentos.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Lei 14.492/2007 SP "Área de Segurança Escolar"

Debate sobre a lei 14.492/2007  "Área de segurança escolar"
Lei exige mais segurança ao redor das escolas
Prefeitura da Cidade de São Paulo terá que fiscalizar o cumprimento das obrigações dos órgãos públicos
São Paulo - Alunos, pais de alunos, diretores, donos de instituições de ensino e toda a comunidade no entorno das escolas ganharam um forte aliado na busca por mais segurança. Desde julho de 2007 está em vigor, na cidade de São Paulo, a Lei 14.492, de autoria do vereador Eliseu Gabriel (PSB), que estabelece como prioritárias, na questão de segurança, as áreas onde estão instaladas as instituições de ensino, tanto pública quanto privada. Agora, caberá à prefeitura fiscalizar as ações dos órgãos responsáveis por calçadas, iluminação, sinalização de trânsito, poda de árvores, vendedores ambulantes, conservação de praças, terrenos baldios, limpeza urbana, entre outras questões. O assunto foi tema da reunião mensal do Giases (Grupo Integrado de Apoio à Segurança do Ensino Superior), realizada no dia 26 de março na capital paulistana.

Antes de iniciar os trabalhos, o presidente do Giases, Wagner Grans, falou sobre a importância dos profissionais do setor compreenderem a importância da nova lei, ajudando os gestores a estreitar trabalhos de parceria junto às Guardas Municipais e à Polícia Militar e a cobrar da prefeitura o cumprimento de ações que ajudem a melhorar a segurança nestes locais.

Pela nova lei, perímetro escolar corresponde a toda área compreendida em até 100 metros dos portões de entrada e saída das escolas. De acordo com o chefe de gabinete do vereador, o biólogo Helvio Moisés, caberá à prefeitura intensificar os serviços de fiscalização do comércio existente e proibir a venda de materiais ilícitos por parte de ambulantes, além de garantir a iluminação adequada das áreas próximas às escolas, ajudando a afastar maus elementos das portas das escolas. "Embora todas as ações já sejam regulamentadas e uma obrigação dos órgãos públicos, a lei obriga a prefeitura a dar prioridade na realização desses serviços", afirma.

Moisés também lembrou que cabe à população cobrar que as ações sejam cumpridas, uma vez que a nova lei estabelece a segurança escolar como prioridade e, para não deixar que o problema da falta de recursos seja um obstáculo, permite a realização de convênios com a iniciativa privada. Esses convênios podem ser desde a recuperação de uma praça até a instalação de equipamentos que ajudem na prevenção.

Outro ponto importante da lei, segundo o chefe de gabinete, é a abertura oferecia às Guardas Municipais para, em parceria com as diretorias das escolas, promoverem ações que colaborem com a redução da criminalidade. "A GCM tem vários programas de orientação sobre o problema das drogas, além de outros assuntos, que embora já venham sendo discutidos, ganham mais força com a nova lei", afirma.

A lei não estabelece penas, uma vez que o poder público já possui normas para isso, porém possibilita a organização da sociedade para identificar os riscos presentes nas áreas escolares e interagir junto ao poder público. "Podemos cobrar da prefeitura que assuma o papel de fiscalizador das leis", enfatiza Moisés.

Para ajudar a população a entender um pouco mais sobre a Área Escolar de Segurança, o vereador Eliseu Gabriel, mantém um site com orientações sobre a aplicabilidade da nova lei e como a sociedade pode se organizar para exigir providências do poder público. O endereço do site é  http://www.areaescolar.com.br/ .

Moisés lembrou, ainda, que existem órgãos específicos que devem ser procurados pela população para resolver problemas como falta de iluminação ou mesmo para a questão do motorista que pára em frente às escolas com o som do veículo no último volume. "A iluminação é responsabilidade do Departamento de Iluminação Pública (Ilume), que geralmente atua de forma ágil. Já a questão do som alto é ilegal e o próprio Código de Trânsito Brasileiro prevê multa, apreensão do veículo, além de quatro pontos na carteira do motorista infrator", afirma.

Já o advogado Hermínio Marques Porto Jr, disse que a nova legislação representa a oportunidade de as pessoas se organizarem e exigirem iniciativas que ajudem a afastar os malfeitores das proximidades das instituições de ensino. "A lei favorece o aparecimento de entidades que tenham como objetivo buscar benefícios para o entorno das instituições de ensino".


Wagner Grans

Coordenador do GIASES



“Pensando, Vivendo e Respirando Segurança nas IES

Release GIASES 2010
Gestão Integração

“Pensando, vivendo e respirando Segurança no dia a dia das Universidades de São Paulo”
Para falar da importância do GIASES ( Grupo Integrado de Apoio a Segurança do Ensino Superior Particular do Estado de São Paulo ) voltemos a Outubro do ano de 1996, quando o SEMESP       ( Sindicado das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo ) deu início em sua sede social, a uma ampla discussão e debate sobre a criminalidade e aumento da violência urbana na cidade de São Paulo.
Após três reuniões criou-se em 26 de Fevereiro de 1997, o Grupo Informal de Agentes de Segurança do Ensino Superior ( GIASES ) gerido por um regulamento próprio e aprovado por diversas Instituições de Ensino Superior fundadoras, caracterizado pela sua informalidade e confidencialidade, sem fins lucrativos e com vínculo apenas com as Instituições de Ensino Superior  participantes do Grupo de Agentes de Segurança.
Nasceu o GIASES apoiado pelo SEMESP no bairro do Ipiranga, reunindo as chefias de segurança das faculdades, centros universitários e universidades do Estado de São Paulo, com o objetivo de trocar experiências, na busca de soluções conjuntas para o grave problema do aumento da violência nos Campi reflexo do aumento da insegurança pública.
 E
m 26 de Março de 1997 foi eleita a primeira diretoria do GIASES com as propostas de: realizar ações positivas e concretas contra o uso indevido de entorpecentes nos campi, criar uma rede de informações junto com os órgãos policiais ( na época o DECAP da Polícia Civil do Estado de São Paulo ), aumentar o conhecimento sobre as novas tecnologias na área de segurança patrimonial e eletrônica, fazer um planejamento em conjunto com a CET ( Companhia de Engenharia de Tráfego ) para evitar acidentes no entorno dos Campi, manter um bom relacionamento com diversos órgãos do poder público , principalmente a aproximação com as Administrações Regionais e com a Prefeitura da Cidade de São Paulo e fazer uma pesquisa preliminar  junto aos membros do GIASES sobre a infra estrutura e gestão  dos departamentos de segurança patrimonial nos diversos Campi de São Paulo.
Diversos produtos foram criados pelas administrações anteriores à Gestão Tempestade de Compromisso liderada pelo Sr. Ulisses Nascimento da Universidade Paulista (UNIP) no ano de 2005, como as cartilhas referentes  ao aprimoramento do controle de acesso , a criação de campanhas contra a Droga nas Escolas e o Manual do Plano de Emergência das Instituições de Ensino. No ano de 2005 o GIASES já com sua nova denominação – Grupo Integrado de Apoio à Segurança do Ensino Superior do Estado de São Paulo - que foi aprovada em Assembléia Geral em 2003 , segue novos rumos.
A nova Gestão caminhou em direção ao planejamento,  da  qualidade e do esforço conjunto para fazer com que todas as IES estivessem comprometidas com a eficiência administrativa e que o trabalho de inteligência em segurança empresarial fosse aplicado aos departamentos de segurança do ensino superior.
A   Gestão Proteção Profissional  foi uma administração do GIASES que teve  como Coordenador o Sr. Ulisses Nascimento da UNIP em seu segundo mandato  , o vice-coordenador Sr. Wagner Grans da Universidade São Judas Tadeu, e teve como secretários os Srs. Paulo Borges da FECAP e Sr. Agenor Bomfim da UNINOVE , teve orgulho  de sua contribuição para a melhoria da qualidade dos corpos de segurança, e diminuição das ocorrências externas e internas  nas Universidades do Estado de São Paulo  .
Os membros do GIASES e seus parceiros estão cada vez mais conscientes do papel de multiplicadores, pois o espaço do GIASES é para congregar efetivamente os profissionais que gerenciam as áreas de Segurança do Trabalho, Patrimonial , Informações e Emergência e seus subsistemas. A troca de experiências, conhecimento  e informações entre as IES que participam das reuniões mensais é fator fundamental para transformar este Grupo de Profissionais, no “ Observatório  “ de melhores práticas em segurança , voltada ao segmento educacional do Estado de São Paulo . O exemplo do GIASES deve ser seguido pelos responsáveis pela segurança escolar e universitária do Brasil, pois a união é fator fundamental para dar segurança ao negócio educacional, aos alunos, professores e colaboradores do sistema. Estaremos sempre dispostos  a ajudar na criação dos Fóruns Regionais e Estaduais que discutam temas pertinentes à Educação e Segurança.
A luta continuou  e o futuro do GIASES apoiado pelo SEMESP, está nas mãos da nova diretoria, que  desde 2008  conta com o Sr. Wagner Grans à frente, com o Sr. Ulisses Nascimento na vice coordenação e diretoria de relacionamento e os secretários Srs. Paulo Borges da Fecap e Agenor Bomfim agora na UMC  .
Esta diretoria está  desenvolvendo pesquisas e estudos para fundamentar a análise de cenários prospectivos e gerenciamento de risco nos Campi Universitários , melhorando o processo de capacitação e treinamento de Gestores e desenvolvendo o conceito de Proteção Preventiva. Pretende realizar eventos e encontros de segurança universitária e também ouvir o aluno, o professor , o colaborador , nossas  campanhas educativas estão sendo desenvolvidas pelos nossos parceiros do setor publico e do setor privado e acima de tudo pretendemos multiplicar conhecimento científico em uma área que é inédita no Brasil.

GIASES 13 ANOS DE LUTA.