quinta-feira, 28 de outubro de 2010

GR e GCN, atividades complementares

Gestão de Risco e Gestão da Continuidade de Negócios, atividades complementares.

Muito se tem falado sobre a necessidade do Planejamento de Segurança e da Gestão de Risco (GR) nas organizações como forma de manter a competitividade reduzindo prejuízos na produção, na distribuição e na execução de serviços, visando o controle e mitigação das perdas. Com o advento da globalização, as operações interligadas e os diferentes mercados a serem atendidos criam novos desafios de proteção e controle, tornando ainda mais indispensável a análise e adoção de medidas de mitigação dos riscos de acordo com as diversas condições encontradas, seja por necessidade de buscar a competitividade e manter a existência, seja pela necessidade de atender a normas ou procedimentos regulatórios.

Independentemente da técnica ou do método empregado é importante frisar que a GR é sempre um esforço de análise preventiva, se inicia com a observação e o levantamento das condições de segurança dos ambientes interno e externo, passando pela determinação dos perigos que envolvem determinada atividade ou toda a organização, da probabilidade destes perigos se concretizarem e do impacto esperado quando de sua concretização. Identificada a probabilidade e o impacto da concretização de cada perigo, será construído um quadro das condições atuais de segurança, alicerce para a tomada de decisões quanto às medidas de segurança e o investimento necessário.

A Análise de Riscos é a base para a tomada de decisão sobre diversas medidas de proteção que permitirão às organizações operar dentro do risco que desejam assumir em suas atividades (apetite pelo risco), qual o custo para manter as atividade dentro da faixa de risco desejada e se compensa manter determinadas atividades em função do risco determinado.



Quadro 01- Matriz (Probabilidade X Impacto)



A natureza da GR é a prevenção, a mitigação do risco (probabilidade X impacto). Exceto quando a organização decide abandonar o negócio ou atividade em função do risco, a Gestão de Risco não visa eliminar o risco, mesmo com as melhores e maiores técnicas de mitigação. O risco que permanece após a GR é chamado de risco residual e a GR não elimina o risco residual.

O tratamento do risco residual, isto é, como a organização continuará operando após a concretização deste risco, é o objetivo da Gestão da Continuidade de Negócios (GCN). A Gestão da Continuidade de Negócios (GCN) não é uma atividade preventiva, não visa evitar as ocorrências, nem mitigar a sua probabilidade, parte do pressuposto de que o risco residual vai se concretizar e visa manter a organização operando, ou ao menos seus processos e atividades críticas, dentro de um prazo desejado e pré-determinado, tornando a organização resiliente, capaz de assimilar o impacto e continuar se mantendo até a sua completa recuperação. Assim como a GR se baseia nas técnicas de Analise de Risco (Probabilidade X Impacto), a GCN se Baseia na BIA - Business Impact Analisys (Impacto X Tempo). Outra diferença importante é que ao contrário da GR a GCN considera apenas os perigos com impactos catastróficos e rasteiros que tem potencial para tornarem-se catastróficos se não forem gerenciados adequadamente.





Quadro 02- Matriz (Tempo X Impacto)



Nenhum esforço de GR poderá eliminar a possibilidade de concretização dos perigos que envolvem as organizações, principalmente aqueles perigos de ordem natural como terremotos, enchentes, eventos climáticos e outros que estão fora do controle das organizações e dos países. Por este motivo, para o tratamento do risco residual, a Gestão da Continuidade de Negócios é o complemento necessário e obrigatório à Gestão de Riscos. Uma não existe sem a outra.

Paulo Eduardo Derenne Borges - CBCI

Gestor de Segurança e Riscos da FECAP

Profissional Certificado no BCI – Business Continuity Institute

domingo, 24 de outubro de 2010

CNJ lança cartilha para prevenir bullying nas escolas

CNJ lança cartilha para prevenir bullying nas escolas

22 de Outubro de 2010

Google

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou, nesta quarta-feira (20/10), durante seminário direcionado ao Projeto Justiça nas Escolas, uma cartilha para auxiliar pais e professores a prevenir o bullying nas escolas. O evento ocorreu na Escola de Magistratura Federal (Esmaf).
A cartilha produzida pelo CNJ foi elaborada pela médica psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, também autora do livro “Bullying: Mentes Perigosas nas Escolas”. A médica foi uma das palestrantes do seminário, ocasião em que desenvolveu uma espécie de “cartografia” do problema, considerado por ela “um fenômeno social e ato covarde”.
A ministra Eliana Calmon, Corregedora Nacional de Justiça, lembrou que o problema do bullying é de grande dimensão e que “o papel do CNJ é, também, levar a todos os conhecimentos necessários para enfrentar os obstáculos que se apresentam no âmbito da sociedade”. O Conselho – segundo a ministra - “vai envidar todo esforço possível para ajudar pais e educadores a mudar essa situação que tem se registrado de forma crescente nas comunidades e nas escolas brasileiras”.
Em sua explanação, Ana Beatriz afirmou que o bullying prejudica muito a vida social de crianças e adolescentes. Segundo a especialista, outro problema que o bullying causa é a evasão escolar. Ela também discursou sobre o cyber bullying, que é uma prática que vem crescendo ao redor do mundo. Nesse caso, ela disse “que as vítimas têm informações, que comprometem sua imagem, divulgadas na internet, geralmente em redes sociais.
O que é bullying: Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.

Fonte:Ascom/CNJ

sábado, 23 de outubro de 2010

Entrevista com Wagner Grans - Segnews

Wagner Grans é o novo coordenador  do Giases

Meta é melhorar segurança nas instituições de ensino superior  de todo Brasil


São Paulo - Para falar um pouquinho sobre a segurança nas instituições de ensino, convidamos o novo coordenador do Grupo Integrado de Apoio à Segurança no Ensino Superior (Giases), Wagner Grans, para uma entrevista no Jornal SegNews. Durante nossa conversa, Grans se mostrou muito entusiasmado com o setor educacional e pretende levantar na sua gestão a bandeira pela melhoria da qualidade profissional da segurança. Acompanhe abaixo alguns trechos da entrevista, que poderá ser acompanhada na íntegra na edição 33 do SegNews.

SegNews - Qual a dificuldade maior para se realizar a segurança de uma instituição de ensino?

Wagner Grans – O conceito de segurança na universidade onde atuo é mais corporativa do que patrimonial. O apoio de uma empresa de segurança terceirizada é importante, pois é mais barata do que manter uma segurança orgânica. Talvez a maior dificuldade esteja em encontrar empresas que realmente atendam às necessidades das instituições de ensino.

SegNews - O que mais dificulta o trabalho de segurança nas instituições de ensino?

Wagner Grans – A regra imposta por muitas empresas de que vigilante não pode falar com o cliente e de que tudo deve ser reportado ao supervisor, ou até mesmo que determinados assuntos o contratante não precisa saber o que aconteceu, não vale neste caso. Ao contrário, o cliente precisa saber de tudo, só assim poderá oferecer o respaldo suficiente ao corpo de segurança. Se não for dessa forma o trabalho da segurança nas instituições de ensino será prejudicado.

SegNews - Como lidar com o problema das drogas nas instituições de ensino?

Wagner Grans – Acredito que esse seja um assunto presente em todos os campus, pois os traficantes acham que ali está o dinheiro. Nesse caso, a universidade tem que comunicar o fato aos órgãos de segurança pública.

SegNews - Em termos de mercado, o que representa as instituições de ensino para a segurança privada?

Wagner Grans – Segundo uma pesquisa realizada há cerca de dez anos, as universidades representavam cerca de 1% do mercado de segurança. Hoje deve chegar a 10% e por ser muito pouco não chama a atenção das empresas especializadas em segurança.

SegNews – Com a conquista da coordenação do Giases, quais os planos para a nova gestão?

Wagner Grans – Mudou-se o coordenador, mas a linha de trabalho será a mesma. A idéia é ampliar nosso contado com a diretoria do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Sesmesp), reforçando nosso trabalho junto às instituições associadas. Estamos aqui para colaborar com as instituições em todo o Brasil.

 

GIASES na Imprensa 2009

 
Frente discute segurança escolar


Monica Ferrero

 
A Frente Parlamentar de Segurança Pública reuniu-se nesta segunda-feira, 30/6, para debater o tema “Segurança Escolar”. O coordenador da Frente, deputado Olímpio Gomes ( PV ) , declarou que a intenção da reunião era a “identificação de problemas e apresentação de soluções para minimizar os efeitos da criminalidade”. O coronel Luiz de Castro Junior lembrou que um quarto da população paulista está em idade escolar e discorreu sobre os aspectos do policiamento nas escolas feito pela Polícia Militar em todo o Estado. O coronel falou também do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) da Polícia Militar, que envolve crianças da faixa etária dos 9 aos 12 anos, e que já atendeu em São Paulo, desde 1993, quase cinco milhões de alunos. Desde 1999, é mantido outro programa, Jovens Construindo a Cidadania (JCC), que visa atender jovens entre 13 e 17 anos e instilar noções de cidadania e responsabilidade solidária. Reinaldo Corrêa, delegado do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) falou dos programas preventivos da Polícia Civil no combate à violência e às drogas. A Divisão de Prevenção e Investigação existe desde 1987 e, em cursos e palestras em escolas, igrejas e associações, visa formar agentes multiplicadores. Ele mostrou-se preocupado com o crescimento do uso do crack e com as festas raves, onde “jovens ingerem verdadeiras bombas, pois misturam diversas drogas e também álcool e remédios”. Representando o Grupo Integrado de Apoio a Segurança do Ensino Superior de São Paulo (Giases), Wagner Grans pediu mais apoio dos órgãos oficiais de segurança ao seu trabalho, que visa a segurança patrimonial e troca de experiências e informações para buscar soluções para os problemas de segurança no entorno dos campi de São Paulo. Ulisses Nascimento, também do Giases, somou-e à manifestação e reconheceu a falta de recursos da polícia de São Paulo. Olímpio Gomes lamentou a rejeição das emendas de parlamentares à recentemente votada Lei de Diretrizes Orçamentárias, que previam a destinação de mais recursos para a Secretaria de Segurança Pública, seja para revalorização do pessoal ou para instrumentação da força. Ele informou ainda que fará relatório desta reunião para conhecimento da Mesa. A seguir, foi aberta a palavra aos presentes para questionamentos.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Lei 14.492/2007 SP "Área de Segurança Escolar"

Debate sobre a lei 14.492/2007  "Área de segurança escolar"
Lei exige mais segurança ao redor das escolas
Prefeitura da Cidade de São Paulo terá que fiscalizar o cumprimento das obrigações dos órgãos públicos
São Paulo - Alunos, pais de alunos, diretores, donos de instituições de ensino e toda a comunidade no entorno das escolas ganharam um forte aliado na busca por mais segurança. Desde julho de 2007 está em vigor, na cidade de São Paulo, a Lei 14.492, de autoria do vereador Eliseu Gabriel (PSB), que estabelece como prioritárias, na questão de segurança, as áreas onde estão instaladas as instituições de ensino, tanto pública quanto privada. Agora, caberá à prefeitura fiscalizar as ações dos órgãos responsáveis por calçadas, iluminação, sinalização de trânsito, poda de árvores, vendedores ambulantes, conservação de praças, terrenos baldios, limpeza urbana, entre outras questões. O assunto foi tema da reunião mensal do Giases (Grupo Integrado de Apoio à Segurança do Ensino Superior), realizada no dia 26 de março na capital paulistana.

Antes de iniciar os trabalhos, o presidente do Giases, Wagner Grans, falou sobre a importância dos profissionais do setor compreenderem a importância da nova lei, ajudando os gestores a estreitar trabalhos de parceria junto às Guardas Municipais e à Polícia Militar e a cobrar da prefeitura o cumprimento de ações que ajudem a melhorar a segurança nestes locais.

Pela nova lei, perímetro escolar corresponde a toda área compreendida em até 100 metros dos portões de entrada e saída das escolas. De acordo com o chefe de gabinete do vereador, o biólogo Helvio Moisés, caberá à prefeitura intensificar os serviços de fiscalização do comércio existente e proibir a venda de materiais ilícitos por parte de ambulantes, além de garantir a iluminação adequada das áreas próximas às escolas, ajudando a afastar maus elementos das portas das escolas. "Embora todas as ações já sejam regulamentadas e uma obrigação dos órgãos públicos, a lei obriga a prefeitura a dar prioridade na realização desses serviços", afirma.

Moisés também lembrou que cabe à população cobrar que as ações sejam cumpridas, uma vez que a nova lei estabelece a segurança escolar como prioridade e, para não deixar que o problema da falta de recursos seja um obstáculo, permite a realização de convênios com a iniciativa privada. Esses convênios podem ser desde a recuperação de uma praça até a instalação de equipamentos que ajudem na prevenção.

Outro ponto importante da lei, segundo o chefe de gabinete, é a abertura oferecia às Guardas Municipais para, em parceria com as diretorias das escolas, promoverem ações que colaborem com a redução da criminalidade. "A GCM tem vários programas de orientação sobre o problema das drogas, além de outros assuntos, que embora já venham sendo discutidos, ganham mais força com a nova lei", afirma.

A lei não estabelece penas, uma vez que o poder público já possui normas para isso, porém possibilita a organização da sociedade para identificar os riscos presentes nas áreas escolares e interagir junto ao poder público. "Podemos cobrar da prefeitura que assuma o papel de fiscalizador das leis", enfatiza Moisés.

Para ajudar a população a entender um pouco mais sobre a Área Escolar de Segurança, o vereador Eliseu Gabriel, mantém um site com orientações sobre a aplicabilidade da nova lei e como a sociedade pode se organizar para exigir providências do poder público. O endereço do site é  http://www.areaescolar.com.br/ .

Moisés lembrou, ainda, que existem órgãos específicos que devem ser procurados pela população para resolver problemas como falta de iluminação ou mesmo para a questão do motorista que pára em frente às escolas com o som do veículo no último volume. "A iluminação é responsabilidade do Departamento de Iluminação Pública (Ilume), que geralmente atua de forma ágil. Já a questão do som alto é ilegal e o próprio Código de Trânsito Brasileiro prevê multa, apreensão do veículo, além de quatro pontos na carteira do motorista infrator", afirma.

Já o advogado Hermínio Marques Porto Jr, disse que a nova legislação representa a oportunidade de as pessoas se organizarem e exigirem iniciativas que ajudem a afastar os malfeitores das proximidades das instituições de ensino. "A lei favorece o aparecimento de entidades que tenham como objetivo buscar benefícios para o entorno das instituições de ensino".


Wagner Grans

Coordenador do GIASES



“Pensando, Vivendo e Respirando Segurança nas IES

Release GIASES 2010
Gestão Integração

“Pensando, vivendo e respirando Segurança no dia a dia das Universidades de São Paulo”
Para falar da importância do GIASES ( Grupo Integrado de Apoio a Segurança do Ensino Superior Particular do Estado de São Paulo ) voltemos a Outubro do ano de 1996, quando o SEMESP       ( Sindicado das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo ) deu início em sua sede social, a uma ampla discussão e debate sobre a criminalidade e aumento da violência urbana na cidade de São Paulo.
Após três reuniões criou-se em 26 de Fevereiro de 1997, o Grupo Informal de Agentes de Segurança do Ensino Superior ( GIASES ) gerido por um regulamento próprio e aprovado por diversas Instituições de Ensino Superior fundadoras, caracterizado pela sua informalidade e confidencialidade, sem fins lucrativos e com vínculo apenas com as Instituições de Ensino Superior  participantes do Grupo de Agentes de Segurança.
Nasceu o GIASES apoiado pelo SEMESP no bairro do Ipiranga, reunindo as chefias de segurança das faculdades, centros universitários e universidades do Estado de São Paulo, com o objetivo de trocar experiências, na busca de soluções conjuntas para o grave problema do aumento da violência nos Campi reflexo do aumento da insegurança pública.
 E
m 26 de Março de 1997 foi eleita a primeira diretoria do GIASES com as propostas de: realizar ações positivas e concretas contra o uso indevido de entorpecentes nos campi, criar uma rede de informações junto com os órgãos policiais ( na época o DECAP da Polícia Civil do Estado de São Paulo ), aumentar o conhecimento sobre as novas tecnologias na área de segurança patrimonial e eletrônica, fazer um planejamento em conjunto com a CET ( Companhia de Engenharia de Tráfego ) para evitar acidentes no entorno dos Campi, manter um bom relacionamento com diversos órgãos do poder público , principalmente a aproximação com as Administrações Regionais e com a Prefeitura da Cidade de São Paulo e fazer uma pesquisa preliminar  junto aos membros do GIASES sobre a infra estrutura e gestão  dos departamentos de segurança patrimonial nos diversos Campi de São Paulo.
Diversos produtos foram criados pelas administrações anteriores à Gestão Tempestade de Compromisso liderada pelo Sr. Ulisses Nascimento da Universidade Paulista (UNIP) no ano de 2005, como as cartilhas referentes  ao aprimoramento do controle de acesso , a criação de campanhas contra a Droga nas Escolas e o Manual do Plano de Emergência das Instituições de Ensino. No ano de 2005 o GIASES já com sua nova denominação – Grupo Integrado de Apoio à Segurança do Ensino Superior do Estado de São Paulo - que foi aprovada em Assembléia Geral em 2003 , segue novos rumos.
A nova Gestão caminhou em direção ao planejamento,  da  qualidade e do esforço conjunto para fazer com que todas as IES estivessem comprometidas com a eficiência administrativa e que o trabalho de inteligência em segurança empresarial fosse aplicado aos departamentos de segurança do ensino superior.
A   Gestão Proteção Profissional  foi uma administração do GIASES que teve  como Coordenador o Sr. Ulisses Nascimento da UNIP em seu segundo mandato  , o vice-coordenador Sr. Wagner Grans da Universidade São Judas Tadeu, e teve como secretários os Srs. Paulo Borges da FECAP e Sr. Agenor Bomfim da UNINOVE , teve orgulho  de sua contribuição para a melhoria da qualidade dos corpos de segurança, e diminuição das ocorrências externas e internas  nas Universidades do Estado de São Paulo  .
Os membros do GIASES e seus parceiros estão cada vez mais conscientes do papel de multiplicadores, pois o espaço do GIASES é para congregar efetivamente os profissionais que gerenciam as áreas de Segurança do Trabalho, Patrimonial , Informações e Emergência e seus subsistemas. A troca de experiências, conhecimento  e informações entre as IES que participam das reuniões mensais é fator fundamental para transformar este Grupo de Profissionais, no “ Observatório  “ de melhores práticas em segurança , voltada ao segmento educacional do Estado de São Paulo . O exemplo do GIASES deve ser seguido pelos responsáveis pela segurança escolar e universitária do Brasil, pois a união é fator fundamental para dar segurança ao negócio educacional, aos alunos, professores e colaboradores do sistema. Estaremos sempre dispostos  a ajudar na criação dos Fóruns Regionais e Estaduais que discutam temas pertinentes à Educação e Segurança.
A luta continuou  e o futuro do GIASES apoiado pelo SEMESP, está nas mãos da nova diretoria, que  desde 2008  conta com o Sr. Wagner Grans à frente, com o Sr. Ulisses Nascimento na vice coordenação e diretoria de relacionamento e os secretários Srs. Paulo Borges da Fecap e Agenor Bomfim agora na UMC  .
Esta diretoria está  desenvolvendo pesquisas e estudos para fundamentar a análise de cenários prospectivos e gerenciamento de risco nos Campi Universitários , melhorando o processo de capacitação e treinamento de Gestores e desenvolvendo o conceito de Proteção Preventiva. Pretende realizar eventos e encontros de segurança universitária e também ouvir o aluno, o professor , o colaborador , nossas  campanhas educativas estão sendo desenvolvidas pelos nossos parceiros do setor publico e do setor privado e acima de tudo pretendemos multiplicar conhecimento científico em uma área que é inédita no Brasil.

GIASES 13 ANOS DE LUTA.