sábado, 29 de dezembro de 2012

A COORDENAÇÃO DO GIASES DESEJA A TODOS FELIZ 2013...


ENEDU 2013 - RIO DE JANEIRO


EDUCAÇÃO É A PRIORIDADE DO BRASIL


sábado, 15 de dezembro de 2012

DIA DO ARQUITETO 2012


TRAGÉDIA EM ESCOLA DOS ESTADOS UNIDOS


Suspeito de massacre era tido como brilhante

Agência Estado


O suspeito de matar 26 pessoas em uma escola de ensino fundamental em Newtown, no Estado norte-americano de Connecticut, foi descrito por conhecidos como um jovem brilhante e reservado. Identificado como Adam Lanza, de 20 anos, o suposto atirador morava com a mãe, Nancy Lanza, que também foi assassinada.

A polícia local está tentado descobrir mais informações sobre Lanza, mas ainda não tem pistas do que teria motivado o crime. De acordo com um agente que participa das investigações, acredita-se que o jovem sofria de um distúrbio de personalidade. Outro policial afirmou que Adam Lanza teria frequentado a escola Sandy Hook Elementary School há vários anos. Recortes de notícias de alguns anos atrás mostram Adam entre os alunos de honra.

"Ele foi a pessoa mais inteligente que eu conheci. Ele era, provavelmente, um gênio", afirmou Joshua Milas, que estudou com Lanza. Investigadores estão realizando buscas nos computadores e nos históricos de telefone do irmão mais velho de Adam, Ryan Lanza, de 24 anos. Ele chegou a ser interrogado na noite de sexta-feira, mas afirmou que não mantinha contato com o irmão desde 2010.

Adam vivia com a mãe em uma região de alto poder aquisitivo de Newtown, cidade cerca de 60 quilômetros de Nova York, habitada por médicos e executivos de grandes companhias. Seus pais divorciaram-se em 2008. O pai, Peter Lanza, vive na cidade de Stamford e trabalha como diretor na General Eletric.

A tia do suspeito, Marsha Lanza, afirmou que ela e o marido encontraram Adam em junho e não perceberam nada incomum em seu comportamento. Catherine Urso, moradora de Newtown, disse que seu filho, em idade universitária, conhecia o suspeito e lembrou-se dele por seu estilo alternativo. "Ele era muito magro, reservado e um tinha estilo gótico", contou.

Em Washington, a Coalização para Acabar com a Violência Armada realizou uma vigília em frente à Casa Branca. Na Times Square, em Nova York, dezenas de pessoas uniram-se em memória das vítimas.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS

Violência nas escolas é tema de seminário na UFMT
11/12/2012 - 12h17  
Da Redação
Começa amanhã (12) o “VII Seminário de Segurança Pública: Violência nas Escolas”, com abertura às 19h30, no auditório da Faculdade de Administração (FAeCC) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O seminário objetiva o debate de alternativas e desafios para a superação da violência e a construção de uma cultura pacificadora no ambiente escolar, com diálogo e respeito às diferenças.
Durante os três dias de evento educadores, especialistas em segurança pública, autoridades, gestores e pesquisadores discutirão temas como educação e direitos humanos nas escolas, a infância na ambiência escolar, violência nas escolas, diversidade sexual e preconceito, drogas no espaço escolar, internação compulsória e redução de danos para dependentes químicos, Gangs, Bullyng e Incivilidades na escola, dentre outros. Os temas serão abordados por meio de palestras, oficinas, minicursos e mesas redondas.
A palestra de abertura “Refletindo sobre a: desafios e alternativas à violência na escola” será ministrada pelo professor Luiz Augusto Passos, do Instituto de Educação da UFMT, às 21h30. Outro tema bem aguardado será “Violência Virtual no Ambiente Escolar”, apresentado em forma de minicurso ministrado pelo professor Sérgio Francisco Carlos Graziano Sobrinho (PUC-RS). Além disso, haverá a exibição do filme “Entre os muros da escola” (2007, França, direção: Laurent Cantet, 128 min., drama, classificação indicativa: 12 anos). O filme mostra como o professor Fraçois e seus colegas tentam manter o estímulo de dar a melhor educação a seus alunos, apesar de apatia e indiferença deles. Em seguida haverá uma discussão com a plateia sobre a temática do filme.
O evento é promovido pelo Núcleo Interinstitucional de Estudos da Violência e Cidadania (Nievci) em parceria com o Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) tem apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP), da Secretaria do Estado de Educação (Seduc), da OAB Mato Grosso, da Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat).

FONTE PORTAL O DOCUMENTO

CONFRATERNIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA - BAHIA


PALESTRA SEGURANÇA E SEGURANÇA PRIVADA


domingo, 18 de novembro de 2012

EDUCAÇÃO É A PRIORIDADE NO BRASIL


MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO NA USP


Guarda Universitária mapeia áreas de risco no campus

Seis é o número de áreas identificadas como de risco na USP, segundo mapa com dados do Centro de Planejamento e Controle apresentados na reunião do Conselho Gestor do Campus da Capital, realizada em 3 de maio deste ano. Dessas, quatro são áreas que englobam os acesso à USP: portão Fepasa (CPTM), divisas com a São Remo, portão Vila Indiana e estrada do “Mercadinho”. As demais são a Praça do Relógio e o Parque Esporte para Todos, próximo a Rua do Matão.
A área de abrangência do portão Fepasa vai da saída de pedestres até as travessas B e C próximo ao Crusp. O risco apontado nesse trecho é de abordagem por menores infratores, nos intervalos de12h às 15h e 20h às 0h. E mulheres desacompanhadas correm perigo de sofrer violência física. Em outro mapa, também apresentado na reunião do dia 3, são identificados os locais com mais furtos de veículos. Além de pontos isolados, o mapa destaca uma área com maior concentração de ocorrências desse tipo.
Mapa de áreas de risco na Cidade Universitária
Cristiano é uma das vítimas que entrou para as estatísticas. No dia 4 de abril, seu Gol 2003 foi furtado enquanto ele assistia uma aula de francês da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). O carro estava estacionado próximo aos Bancos, na Avenida Professor Luciano Gualberto, que fica na área com mais furtos desse tipo. O agravante é que não tinha seguro e sua família dependia do carro. Indignado, diz que vai processar a USP, o Estado e a EVIK (empresa que presta serviços de vigilância para USP). Para ele, o Estado só garantiu seus estudos, mas não sua segurança. No caso de Cristiano, a perda foi apenas material, diferentemente do fim trágico da tentativa de assalto do dia 18 de março.
Sequestro-relâmpago
Entre o final de março e o começo de abril deste ano, pelo menos três casos de sequestro-relâmpago foram divulgados na imprensa. Uma dessas vítimas foi Carolina, aluna de mestrado do Instituto de Química. No dia 18 de abril, às 19h40, ela e uma amiga foram abordadas por dois bandidos ao ladodo carro, que estava localizado próximo ao instituto (também apontado como uma área de furto de veículos). Os sequestradores ordenaram que elas fossem para o banco de trás e sairam com o carro. Levaram seus cartões e celulares e as abandonaram fora do campus. A polícia encontrou o carro no mesmo dia.
“No meu caso, a violência foi mínima, mas o psicológico foi bem afetado”, conta Carolina. Ela continua frequentando as aulas e diz que procura estar acompanhada, ou ter alguém a vigiando quando vai ao carro. Mas lembra que, quando sofreu o sequestro, não estava sozinha.
A redação optou por não divulgar os sobrenomes das para preservar as fontes
FONTE JORNAL DO CAMPUS

NOTA DA DIREÇÃO DA COPPE - UFRJ

Reitoria
Nota da direção da Coppe-UFRJ

COORDCOM/UFRJ
assessoria.est01@reitoria.ufrj.br
À Comunidade Universitária
Encaminho para conhecimento uma nota de esclarecimento da Reitoria da UFRJ. A
nota antecipa-se a uma matéria que será veiculada, neste domingo, no programa
Fantástico, da TV Globo, que vai explorar os problemas da UFRJ e atacar a
credibilidade da maior instituição federal de ensino superior do país.
Em nome da Diretoria da Coppe, manifesto repúdio veemente a distorções de
informações que visam denegrir a nossa universidade através do ataque a dois
reitores: Aloisio Teixeira e Carlos Levi.
Conclamo a comunidade universitária, professores, alunos e funcionários
técnico-administrativos a reagirem com energia para restabelecer a verdade
perante a opinião pública.
Informações adicionais estão disponíveis na página da UFRJ na internet.
Atenciosamente, 
Luiz Pinguelli Rosa
Diretor
COPPE/UFRJ
Cidade Universitária, 08 de novembro de 2012
Nota da Reitoria
Esclarecimentos Necessários
Conforme já informado anteriormente ao Conselho Universitário, em julho de 2010, pelo então reitor Aloisio Teixeira, a Controladoria-Geral da União – CGU instaurou Processo Administrativo Disciplinar – PAD envolvendo dirigentes da nossa universidade. O cerne do Relatório Final produzido pela Comissão responsável pelo PAD - CGU, encaminhado à apreciação do Ministro-Chefe da Controladoria-Geral da União, e levado ao conhecimento do Ministério Público Federal - MPF e do Tribunal de Contas da União - TCU, refere-se à celebração de contrato com o Banco do Brasil relativo à administração da folha de pagamentos dos servidores da UFRJ. A Comissão Investigativa acusa o nosso ex-reitor Aloisio Teixeira de ter promovido “irregular dispensa de licitação” ao ter contratado diretamente o Banco do Brasil, mesmo que apoiado no competente parecer favorável da nossa Procuradoria Geral, com a interveniência de uma das nossas fundações de apoio, credenciada por este Conselho Universitário e reconhecida, tanto pelo Ministério da Educação, quanto pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Dessa interpretação, mesmo não identificando qualquer indício de dolo ou malversação dos recursos, a Comissão sustentou a sua tese de “lesão ao Erário”, por desvio de recursos públicos para uma instituição privada, no caso a Fundação Universitária José Bonifácio - FUJB. Na esteira desse equívoco, foram construídas as imputações de improbidade elencadas no processo, atingindo, também, o atual reitor, à época, pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento; o responsável pelo Setor de Convênios e Relações Internacionais - SCRI; e o chefe de Gabinete do Reitor, à época.

O alegado “desvio” de recursos à “entidade privada” se revela falacioso e improcedente, uma vez que há previsão legal expressa acerca da viabilidade da contratação direta das fundações de apoio às universidades federais, prática absolutamente comum em todas as Instituições Federais de Ensino Superior. Ressalve-se, ainda, que a Fundação Universitária José Bonifácio – FUJB teve sua criação prevista em lei, que autorizou a UFRJ constituir sua fundação de apoio a partir de instituições públicas e privadas, submetida ao controle externo, e só existe para servir à Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O absurdo da acusação pode ser facilmente evidenciado uma vez que desde sempre o Banco do Brasil é responsável pela administração da folha de servidores da UFRJ e patrocinava apoio a eventos e programas da UFRJ, de forma direta e inorgânica aos organizadores dos eventos que procuravam as agências do Banco do Brasil; com a celebração do primeiro convênio, em janeiro de 2005, a UFRJ buscou submeter o patrocínio do Banco do Brasil a critérios objetivos e impessoais, mediante Edital Público, competindo ao próprio Banco do Brasil, e não à UFRJ, realizar as respectivas contratações e pagamentos das despesas envolvidas. A partir de agosto de 2007, os recursos passaram a ser repassados, através de parcelas anuais, e administrados com a interveniência da FUJB, tradicional fundação de apoio da UFRJ; e, por fim, como se cogitar de “lesão ao Erário” se o referido contrato com o Banco do Brasil permitiu, através do aporte de recursos substanciais à UFRJ: R$ 43,52 milhões, repassados pelo Banco do Brasil à FUJB, em 5 parcelas anuais; sendo R$ 8 milhões para completar as ansiadas obras do nosso Restaurante Universitário Central, e o restante utilizado sempre no interesse da UFRJ.

Numa fase, quando a UFRJ ainda convivia com dificuldades orçamentárias bastante graves, esses recursos permitiram que fossem atendidas necessidades urgentes e demandas históricas da UFRJ, incluindo, além da construção de restaurante universitário, apoio a mais de duas centenas de eventos acadêmicos, a realização de mais de cinquenta intervenções e obras de diferentes tipos e portes necessárias para recuperar parte da infraestrutura física da universidade.

Soa, portanto, como uma perseguição inominável e injustificável à UFRJ, o fato de somente a relação entre a UFRJ e a FUJB ser questionada, e não aquelas absolutamente idênticas levadas a cabo pelas demais Instituições Federais de Ensino Superior.

Chega a ser irônico que a UFRJ, tendo sido a única das Instituições Federais de Ensino Superior que se mobilizou para negociar este tipo de apoio financeiro de instituição prestadora dos seus serviços bancários, acabe tendo seus dirigentes responsabilizados por causar “lesão ao Erário”. A própria decisão de adotar a interveniência da FUJB para gerenciar a execução dos recursos procurou, no espaço dos limites legais, afastar riscos e viabilizar o efetivo uso dos recursos envolvidos, papel principal do gestor público comprometido com a defesa intransigente dos interesses da Administração.

Mesmo que tais acusações estejam hoje parcialmente prejudicadas em razão do falecimento do nosso ex-reitor Aloisio Teixeira, há aqui uma oportunidade única de se preservar sua memória em face de injusta imputação que o afligiu, intensa e profundamente, no final da sua vida. Há que se ter a obrigação moral de proteger a sua biografia, construída através do seu competente trabalho demonstrado nas várias posições públicas que ocupou, pelo seu reconhecido papel de grande educador brasileiro, um homem de notável caráter, reconhecido espírito público e muita integridade moral.

Carta Aberta aos Alunos
Prof. Ericksson Almendra
Diretor
Escola Politécnica
Prezados Alunos
Esta mensagem se destina a todos os alunos da Escola Politécnica preocupados com a sua Universidade.
Nos últimos dias, a UFRJ tem sido procurada por repórteres para apurar denúncias contra os nossos ex e atual reitores e outros dirigentes. É de se prever, portanto, que nos próximos dias alguma reportagem, tendo como manchete o título desta mensagem, saia nos jornais e televisões.
Vamos aos fatos.
A UFRJ negociou com o Banco do Brasil um aporte de recursos em troca da manutenção das contas salariais de professores e funcionários. Foi a única Universidade que fez isso. Todo o processo foi aprovado pela Advocacia Geral União. O contrato foi assinado e os recursos começaram então a ser repassados à FUJB, a Fundação Universitária José Bonifácio, e utilizados pela UFRJ na construção dos bandejões, no apoio a eventos, inclusive estudantis, reformas etc.
Anos depois, uma auditoria da CGU apontou que isso seria um desvio de recursos públicos para uma entidade privada, a FUJB. O ex e também o atual reitor nunca esconderam esses fatos, antes, pelo contrário, sempre comunicaram cada passo desse processo ao Conselho Universitário.
A FUJB é uma entidade pública de direito privado. Foi criada por Lei do Congresso Nacional. É pública. Mas, por decisão do poder público, é regida de forma diferente, para ter mais agilidade administrativa, justamente porque as universidades precisam disso, por isso é dita de direito privado.
Interpretar uma Fundação Universitária como entidade privada é no mínimo um erro grosseiro.  Como dizer que houve desvio de recursos públicos se cada centavo dos recursos foi empregado na UFRJ? Todas as Universidades Federais tem tais fundações, algumas têm mais de uma. A UFRJ tem também a Coppetec que gere, por exemplo, a maioria dos recursos dos contratos com a Petrobras. Isso também seria desvio de verbas públicas?
Curioso observar que esse tipo de notícia ocorre frequentemente na época dos vestibulares. São os assaltos, as goteiras, as rachaduras, as denúncias... Em algumas semanas os alunos que fizeram o ENEM escolherão as universidades que cursarão. A quem interessa nos desmoralizar?
Eu acompanhei todo este processo desde o início, pois era membro do Consuni à época. Por isso estou convidando a todos os interessados em ter mais informações para uma conversa na terça feira, 13/1, às 12 horas, na D220.
At.
--
Prof. Ericksson Rocha e Almendra
Diretor da Escola Politécnica da UFRJ

terça-feira, 2 de outubro de 2012

DIA INTERNACIONAL DA NÃO VIOLÊNCIA


XIX FISP FEIRA INTERNACIONAL DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO


SEGURANÇA EM UNIVERSIDADES - GESTÃO DE RISCOS


Segurança atira contra estudantes na UFRN
Guarda teria ameaçado aluno que estava em local fora do horário permitido e disparado contra grupo após discussão
Paulo Nascimento
paulonascimento.rn@dabr.com.br

Por pouco o que era uma festa no estacionamento de um prédio da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) não se transforma em tragédia. Após uma confusão com alunos que participavam do encerramento do I Encontro Nordeste Antiproibicionista na sexta-feira passada, 28, um segurança contratado pela universidade teria disparado três vezes contra um grupo de alunos. Diferentemente dos seguranças que fazem parte do quadro da instituição, os vigilantes terceirizados, do quadro da empresa Garra Vigilância, portam armas de fogo.

Agressão ocorreu na altura da Biblioteca Zila Mamede. UFRN pediu afastamento do guarda terceirizado. Foto: Carlos Santos/DN/D.A Press


A confusão que findou nos disparos de arma de fogo iniciou-se, segundo relatos de participantes da festa, por volta da 0h após um aluno da universidade ir ao setor de aulas II, vizinho ao estacionamento do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA), para beber água. Como o horário não permite a circulação de pessoas pelo setor de aulas, um dos seguranças tentou impedir que o jovem não identificado tomasse água, ordenando sua saída. Diante da negativa do aluno, o segurança teria colocado a arma na cabeça dele, que correu amedrontado. "Ele voltou para a festa e contou para o pessoal o que tinha acontecido. Saíram umas 30 pessoas para procurar o vigilante", relatou Tiago Souto, estudante de pós-graduação em Ciências Sociais pela UFRN.

O grupo, segundo relato de outro participante da festa, seguiu em direção ao setor de aulas II, mas encontrou um grupo de seguranças em frente à Biblioteca Central Zila Mamede (BCZM), que chamou aquele que teria colocado a arma na cabeça do aluno. Iniciada a discussão, o segurança teria puxado a arma mais uma vez e disparado contra o grupo, que ainda conseguiu desarmá-lo. Como forma de retaliação, os jovens quebraram com paus e pedras um dos carros da empresa que presta serviços de segurança à UFRN. "A situação só foi apaziguada depois que chegou a Polícia Militar e os seguranças da universidade", contou Tiago.

O caso foi relatado à Ouvidoria da UFRN pelos próprios estudantes e a denúncia formalizada.Já ontem pela manhã, por ordem da própria Reitoria, reuniões foram promovidas entre vários integrantes da administração da instituição de ensino superior e representantes da empresa Garra Vigilância.

Dentre os participantes das reuniões estiveram a reitora Ângela Paiva, o diretor do CCHLA Herculano Campos, o chefe da segurança da UFRN Manoel Eufrausino Pereira Filho e a pró-reitora de assuntos estudantis Janeusa Trindade. "De imediato solicitamos o afastamento do segurança, que pelos relatos não demonstra preparação suficiente para atuar na universidade. Outras medidas serão tomadas com base nas imagens das câmeras de segurança da universidade que registraram toda a ação", afirmou o diretor do CCHLA. 



SESVESP - Projeto de Valorização do Vigilante

terça-feira, 4 de setembro de 2012

CONIC SEMESP DE 2012 NA UNIVERSIDADE SÃO JUDAS

12º CONIC-SEMESP (2012) – Estão abertas as inscrições



Participei em 2009 do CONIC – Congresso Nacional de Inicialização Científica – e relatei sobre essa minha experiência no artigo “Metas 2009 e os devidos agradecimentos”. As inscrições para o 12º CONIC-SEMESP desse ano já estão abertas e recomendo a todos universitários que participem. Segue abaixo informações sobre o congresso e de como participar dele.

O SEMESP realiza anualmente o CONIC - Congresso Nacional de Iniciação Científica, com o objetivo de identificar talentos e estimular a produção de conteúdo científico, além de apoiar o desenvolvimento intelectual contínuo dos alunos do Ensino Superior, incentivando a pesquisa, a arte e a cultura, facilitando seu contato com o que há de novo no mercado e promovendo a visibilidade e valor dos trabalhos apresentados. O Congresso é aberto ao público em geral que esteja interessado em acompanhar as apresentações programadas.

No CONIC 2011, foram inscritos 1800 trabalhos e mais de 3500 pessoas passaram pelo evento. Devido a esta grande participação de professores e estudantes de todo o país, hoje, o CONIC-SEMESP é considerado o maior congresso de iniciação científica do Brasil. 


12º CONIC-SEMESP
Data: 30 de novembro e 1º de dezembro de 2012.
Local: Universidade São Judas Tadeu - Campus Mooca
Endereço: Rua Taquari, 546 - Mooca - São Paulo - SP
Inscrições: Até dia 31 de agosto no site www.conic-semesp.com.br

Para participar do 12º CONIC-SEMESP, os alunos devem estar regularmente matriculados em cursos de graduação de Instituições de Ensino Superior públicas ou privadas brasileiras. Orientados por mestres ou doutores, será aceito apenas um trabalho de iniciação científica para cada autor, podendo haver um ou mais co-autores. 



Fonte  Neurônio 2.0 

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

UFPA SEDIARÁ O SEMINÁRIO DE SEGURANÇA DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR PÚBLICAS


Seminário de Segurança das Instituições de Ensino Superior será na UFPA

Belém foi a cidade eleita para sediar a 21ª edição do Seminário de Segurança das Instituições de Ensino Superior Públicas, que ocorrerá de 26 de novembro a 1º de dezembro, no auditório do Centro de Eventos Benedito Nunes, da Universidade Federal do Pará (UFPA). Objetivando organizar o Seminário, a Coordenação Nacional e Local de Segurança realizou um encontro nesta quarta-feira, 29, no auditório da Reitoria da UFPA, que reuniu membros da segurança das instituições de todo o país.
A mesa do Seminário foi composta pelo integrante da Comissão Organizadora do Seminário na UFPA, José Sampaio; pelo representante da Direção da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra), Francisco de Assis; pelo representante da Universidade de Brasília, Juraci Souto; pelo representante da Central Única dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul (Cut-RS), Mozart Simões; pela representante da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Kátia da Conceição; e pelo assessor de Segurança da UFPA, Francisco Lima. Além deles, membros das Universidades Federais do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, de Pernambuco, do Mato Grosso do Sul, de Minas Gerais e de Goiás estavam presentes, para debater a programação do evento.
“Dessas reuniões, saem algumas medidas. É o momento de levar experiências, discutir e, a partir disso, criar soluções que são espelhadas em todo o Brasil. O Seminário serve para o aprimoramento do serviço dos seguranças, para discutir os problemas que são comuns em várias universidades. É um prazer para a Universidade realizá-lo aqui”, ressalta Paulo Sette Câmara, diretor de Segurança da UFPA.
O Seminário – Francisco Lima explica que o Seminário acontece anualmente, sendo sediado sempre em uma cidade nova. “Temos uma Comissão Nacional de Segurança das Instituições de Ensino Superior, que envolve universidades, faculdades e antigas escolas técnicas públicas. Nesta comissão, discutimos a problemática da segurança, bem como a formação profissional, técnica e intelectual. Com isso, nos organizamos anualmente, no Seminário, para debater os assuntos relacionados à segurança das instituições e à segurança pública”, afirma Francisco.
“Debatemos tudo aquilo que é de interesse da sociedade. A academia é transmissora de conhecimentos, ela reproduz e transmite informação, então, ela tem importância na sociedade. Discutir a problemática da segurança dentro das universidades não é suficiente. Nós temos que discutir a segurança pública, pois a violência não surge a partir das escolas, a partir das universidades, elas entram nestas. Não adianta combater a violência a partir da universidade e ter o melhor serviço de segurança, se os estudantes, professores e funcionários saem daqui e não têm nenhuma segurança para chegar em suas casas”, conta Francisco Lima.
Os organizadores esperam, no Seminário, a participação de cerca de 300 vigilantes e seguranças de todo o país, distribuídos em painéis informativos e palestras, ao longo dos seis dias de evento. Além deles, qualquer pessoa que esteja interessada poderá participar como ouvinte. “A segurança não é algo fechado, ela envolve a todos. Portanto, qualquer um pode participar, só não poderão votar nas deliberações, que serão decididas pelo pessoal da própria categoria de seguranças”, fala o pró-reitor de Administração, professor Edson Ortiz.
Segundo o pró-reitor, que estava presente à reunião, ela é muito importante, pois é o momento de apresentar “os problemas que estamos vivenciando no dia a dia da Universidade. Assim, nós temos mais oportunidade de mostrá-los para a comissão, bem como observar os problemas de outras regiões, para que estes assuntos sejam discutidos no Seminário.”
Na quinta-feira, 30, haverá outra reunião com a Comissão Organizadora. Esta acontecerá em Abaetetuba, para que os membros conheçam a realidade do Norte e do Campus do interior.
Texto: Paloma Wilm – Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Laís Teixeira

AVENIDA CÍVICA TERÁ REFORÇO NA SEGURANÇA


AVENIDA TERÁ SEGURANÇA REFORÇADA

Reforço nas rondas policiais, investimentos em câmeras de monitoramento e contratação de um grupo de flanelinhas. Estas são as principais medidas que deverão ser implantadas nas proximidades da Avenida Cívica para melhorar a segurança das pessoas que circulam pelo local, em especial, os alunos da Faculdade de Tecnologia (Fatec). As propostas, discutidas na tarde desta sexta-feira (31) na sede do 17º Batalhão da Polícia Militar, serão viabilizadas pela própria PM, a direção da instituição de ensino e os estudantes. Esses deverão levar adiante a ideia de selecionar um grupo de flanelinhas para atuar na guarda dos veículos e ajudar a monitorar a região.
A proposta vai na contramão do que ocorre na maioria dos outros locais da Cidade, onde comerciantes e moradores fazem queixas constantes sobre a ação dos flanelinhas, que muitas vezes ameaçam os proprietários de veículos. Ao mesmo tempo, há grupos conhecidos que há anos atuam nas portas das universidades e com credibilidade suficiente inclusive para ficar com as chaves dos carros dos estudantes.
“Será um grupo pequeno e que receberá um treinamento da Polícia Militar para ter melhores condições de cuidar da segurança dos veículos e ajudar a monitorar aquela região”, esclareceu Fábio Pasin Fernandes, estudante da Fatec que participou da reunião na tarde de ontem com o comandante do 17º Batalhão, tenente-coronel Sílvio Lúcio Franco Nassaro, a direção da Fatec e o deputado federal Junji Abe (PSD). “Os próprios alunos é que vão pagar estes flanelinhas, mas não será um valor muito alto”, acrescentou. (Mara Flôres)

FONTE DIÁRIO DE MOGI

UNB REFORÇA A SEGURANÇA NO CAMPUS

Cinco meses após ameaças terroristas, UnB monitora prisão do ex-estudante e reforça segurança no campus

Apesar das medidas tomadas pela reitoria, alunos ainda não se sentem totalmente seguros

Chico Monteiro, do R7 | 01/09/2012 às 05h30

Quase cinco meses após as ameaças de ataques terroristas contra os estudantes, a UnB (Universidade de Brasília) reforçou a segurança no campus Darcy Ribeiro e diz que está monitorando a prisão dos autores das ameaças.
No último dia 12 de abril, uma mensagem publicada em um blog e espalhada pelas redes sociais anunciava um ataque à bomba no campus da UnB no dia seguinte. Os autores seriam cúmplices do ex-estudante da instituição Marcelo Valle Silveira Mello e do especialista em informática Emerson Eduardo Rodrigues, que foram presos por racismo em março, acusados de convocar extremistas para um massacre na UnB. As mensagens publicadas faziam apologia a crimes contra mulheres, negros, homossexuais, nordestinos e judeus, além de instigar abusos sexuais.
De acordo com a decana de assuntos comunitários, em exercício, da UnB, professora Márcia Melo Martins Kuyumjian, a reitoria tem acompanhado a situação dos jovens, que estão presos em Curitiba (PR). Ela diz que, apesar de o processo contra eles correr em segredo de Justiça, a universidade tem mandado ofícios regularmente à PF (Polícia Federal ) para certificar que eles ainda permanecem presos. Segundo a superintendência da PF no Paraná, os dois continuam na prisão e tiveram o pedido de liberdade negado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça).
Além do monitoramento dos autores das ameaças, a universidade acionou a Polícia Federal e a Civil para reforçar a segurança no campus Darcy Ribeiro. A decana informou ainda que o Conselho de Segurança da UnB também foi fortalecido. O órgão é formado por professores, servidores e alunos da instituição e discute estratégias de proteção à universidade.
Segundo a professora, esse trabalho é complementado pela ação do Batalhão Universitário ou Policiamento Cidadão Universitário, implantado após as ameaças, que levanta as fragilidades na segurança do campus. A decana garante que o clima na universidade é de tranquilidade.
— Desde então tem reinado uma paz por aqui. Até mesmo porque começou a greve logo após as intimidações, que foi uma tentativa abortada de usar um padrão internacional de ameaças que não surtiu efeito.
A decana informou ainda que aumentou o número de vigilantes e foram instaladas câmeras de segurança, bem como uma sala de monitoramento das imagens.
No entanto, o reforço das medidas de segurança não tranquilizaram totalmente os alunos da universidade. O estudante de antropologia O. S. contesta as informações da decana em exercício.
Ele diz que a reitoria não apresentou um plano efetivo para a segurança dos frequentadores da UnB. Entre as medidas que ele destaca como necessárias está a apresentação de um plano emergencial caso os ataques venham a ocorrer.
— Os seguranças da UnB estão preocupados com as questões patrimoniais e, ao mesmo tempo, é falso afirmar que com a presença da Polícia Militar no campus, por exemplo, a situação ficaria mais tranquila, porque a PM não está preparada para esse tipo de ataque. Então continuamos na mesma vulnerabilidade de antes.
Ele diz que os alunos se mobilizaram para esclarecer as informações sobre as ameaças e evitar o clima de boataria e pavor. Segundo ele, os estudantes, sem apoio da reitoria, também participaram da prisão do professor de história que entrou no campus, rasgou cartazes dos estudantes e disse que iria “acabar com os comunistas”.
— Nesse dia ficou claro o despreparo da reitoria em lidar com situações desse tipo.
Uma ex-estudante de antropologia e pesquisadora da UnB, que também pediu para não ser identificada, diz que mesmo após cinco meses, ainda não se sente segura no campus.
— Vai demorar para a gente ficar tranquila, até porque o caso ainda não foi totalmente esclarecido. Qualquer barulho diferente já deixa a gente apreensiva.
Ela diz que não tem informações sobre a situação dos jovens presos pela Polícia Federal, mas que vê a ronda de homens uniformizados que começaram a circular pela universidade depois das ameaças. A estudante afirmou ainda que sente falta de debates sobre o tema na universidade.
— Acho que deveria haver uma grande reflexão sobre o motivo de coisas assim acontecerem. Essa discussão político-social poderia ajudar, inclusive, a evitar a reincidência de casos como esse. Mas o que acontece é uma reação alarmista de apagar o incêndio e pronto.
Segundo O. S., atitudes de ódio e intolerância são comuns na universidade, como ataques homofóbicos, ataques a mulheres ou perseguição de movimentos políticos dos estudantes. Ele diz que a situação fica evidente nas pichações em cartazes ou nos banheiros da universidade. Para ele, as ameaças representam a radicalizações dessas atitudes.
— Nesse caso, houve um acúmulo de fatores: desde a luta pelas cotas, a marcha das vadias, a reportagem da Veja que dizia que a UnB é um “madrigal de esquerda”, tudo isso aguçou o ódio da parte conservadora dos estudantes da universidade, que chegaram ao ponto de radicalizar isso na tentativa de um ataque.
 FONTE R7