segunda-feira, 24 de setembro de 2012

ALMOÇO DOS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA NO MASP


terça-feira, 4 de setembro de 2012

CONIC SEMESP DE 2012 NA UNIVERSIDADE SÃO JUDAS

12º CONIC-SEMESP (2012) – Estão abertas as inscrições



Participei em 2009 do CONIC – Congresso Nacional de Inicialização Científica – e relatei sobre essa minha experiência no artigo “Metas 2009 e os devidos agradecimentos”. As inscrições para o 12º CONIC-SEMESP desse ano já estão abertas e recomendo a todos universitários que participem. Segue abaixo informações sobre o congresso e de como participar dele.

O SEMESP realiza anualmente o CONIC - Congresso Nacional de Iniciação Científica, com o objetivo de identificar talentos e estimular a produção de conteúdo científico, além de apoiar o desenvolvimento intelectual contínuo dos alunos do Ensino Superior, incentivando a pesquisa, a arte e a cultura, facilitando seu contato com o que há de novo no mercado e promovendo a visibilidade e valor dos trabalhos apresentados. O Congresso é aberto ao público em geral que esteja interessado em acompanhar as apresentações programadas.

No CONIC 2011, foram inscritos 1800 trabalhos e mais de 3500 pessoas passaram pelo evento. Devido a esta grande participação de professores e estudantes de todo o país, hoje, o CONIC-SEMESP é considerado o maior congresso de iniciação científica do Brasil. 


12º CONIC-SEMESP
Data: 30 de novembro e 1º de dezembro de 2012.
Local: Universidade São Judas Tadeu - Campus Mooca
Endereço: Rua Taquari, 546 - Mooca - São Paulo - SP
Inscrições: Até dia 31 de agosto no site www.conic-semesp.com.br

Para participar do 12º CONIC-SEMESP, os alunos devem estar regularmente matriculados em cursos de graduação de Instituições de Ensino Superior públicas ou privadas brasileiras. Orientados por mestres ou doutores, será aceito apenas um trabalho de iniciação científica para cada autor, podendo haver um ou mais co-autores. 



Fonte  Neurônio 2.0 

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

UFPA SEDIARÁ O SEMINÁRIO DE SEGURANÇA DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR PÚBLICAS


Seminário de Segurança das Instituições de Ensino Superior será na UFPA

Belém foi a cidade eleita para sediar a 21ª edição do Seminário de Segurança das Instituições de Ensino Superior Públicas, que ocorrerá de 26 de novembro a 1º de dezembro, no auditório do Centro de Eventos Benedito Nunes, da Universidade Federal do Pará (UFPA). Objetivando organizar o Seminário, a Coordenação Nacional e Local de Segurança realizou um encontro nesta quarta-feira, 29, no auditório da Reitoria da UFPA, que reuniu membros da segurança das instituições de todo o país.
A mesa do Seminário foi composta pelo integrante da Comissão Organizadora do Seminário na UFPA, José Sampaio; pelo representante da Direção da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra), Francisco de Assis; pelo representante da Universidade de Brasília, Juraci Souto; pelo representante da Central Única dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul (Cut-RS), Mozart Simões; pela representante da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Kátia da Conceição; e pelo assessor de Segurança da UFPA, Francisco Lima. Além deles, membros das Universidades Federais do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, de Pernambuco, do Mato Grosso do Sul, de Minas Gerais e de Goiás estavam presentes, para debater a programação do evento.
“Dessas reuniões, saem algumas medidas. É o momento de levar experiências, discutir e, a partir disso, criar soluções que são espelhadas em todo o Brasil. O Seminário serve para o aprimoramento do serviço dos seguranças, para discutir os problemas que são comuns em várias universidades. É um prazer para a Universidade realizá-lo aqui”, ressalta Paulo Sette Câmara, diretor de Segurança da UFPA.
O Seminário – Francisco Lima explica que o Seminário acontece anualmente, sendo sediado sempre em uma cidade nova. “Temos uma Comissão Nacional de Segurança das Instituições de Ensino Superior, que envolve universidades, faculdades e antigas escolas técnicas públicas. Nesta comissão, discutimos a problemática da segurança, bem como a formação profissional, técnica e intelectual. Com isso, nos organizamos anualmente, no Seminário, para debater os assuntos relacionados à segurança das instituições e à segurança pública”, afirma Francisco.
“Debatemos tudo aquilo que é de interesse da sociedade. A academia é transmissora de conhecimentos, ela reproduz e transmite informação, então, ela tem importância na sociedade. Discutir a problemática da segurança dentro das universidades não é suficiente. Nós temos que discutir a segurança pública, pois a violência não surge a partir das escolas, a partir das universidades, elas entram nestas. Não adianta combater a violência a partir da universidade e ter o melhor serviço de segurança, se os estudantes, professores e funcionários saem daqui e não têm nenhuma segurança para chegar em suas casas”, conta Francisco Lima.
Os organizadores esperam, no Seminário, a participação de cerca de 300 vigilantes e seguranças de todo o país, distribuídos em painéis informativos e palestras, ao longo dos seis dias de evento. Além deles, qualquer pessoa que esteja interessada poderá participar como ouvinte. “A segurança não é algo fechado, ela envolve a todos. Portanto, qualquer um pode participar, só não poderão votar nas deliberações, que serão decididas pelo pessoal da própria categoria de seguranças”, fala o pró-reitor de Administração, professor Edson Ortiz.
Segundo o pró-reitor, que estava presente à reunião, ela é muito importante, pois é o momento de apresentar “os problemas que estamos vivenciando no dia a dia da Universidade. Assim, nós temos mais oportunidade de mostrá-los para a comissão, bem como observar os problemas de outras regiões, para que estes assuntos sejam discutidos no Seminário.”
Na quinta-feira, 30, haverá outra reunião com a Comissão Organizadora. Esta acontecerá em Abaetetuba, para que os membros conheçam a realidade do Norte e do Campus do interior.
Texto: Paloma Wilm – Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Laís Teixeira

AVENIDA CÍVICA TERÁ REFORÇO NA SEGURANÇA


AVENIDA TERÁ SEGURANÇA REFORÇADA

Reforço nas rondas policiais, investimentos em câmeras de monitoramento e contratação de um grupo de flanelinhas. Estas são as principais medidas que deverão ser implantadas nas proximidades da Avenida Cívica para melhorar a segurança das pessoas que circulam pelo local, em especial, os alunos da Faculdade de Tecnologia (Fatec). As propostas, discutidas na tarde desta sexta-feira (31) na sede do 17º Batalhão da Polícia Militar, serão viabilizadas pela própria PM, a direção da instituição de ensino e os estudantes. Esses deverão levar adiante a ideia de selecionar um grupo de flanelinhas para atuar na guarda dos veículos e ajudar a monitorar a região.
A proposta vai na contramão do que ocorre na maioria dos outros locais da Cidade, onde comerciantes e moradores fazem queixas constantes sobre a ação dos flanelinhas, que muitas vezes ameaçam os proprietários de veículos. Ao mesmo tempo, há grupos conhecidos que há anos atuam nas portas das universidades e com credibilidade suficiente inclusive para ficar com as chaves dos carros dos estudantes.
“Será um grupo pequeno e que receberá um treinamento da Polícia Militar para ter melhores condições de cuidar da segurança dos veículos e ajudar a monitorar aquela região”, esclareceu Fábio Pasin Fernandes, estudante da Fatec que participou da reunião na tarde de ontem com o comandante do 17º Batalhão, tenente-coronel Sílvio Lúcio Franco Nassaro, a direção da Fatec e o deputado federal Junji Abe (PSD). “Os próprios alunos é que vão pagar estes flanelinhas, mas não será um valor muito alto”, acrescentou. (Mara Flôres)

FONTE DIÁRIO DE MOGI

UNB REFORÇA A SEGURANÇA NO CAMPUS

Cinco meses após ameaças terroristas, UnB monitora prisão do ex-estudante e reforça segurança no campus

Apesar das medidas tomadas pela reitoria, alunos ainda não se sentem totalmente seguros

Chico Monteiro, do R7 | 01/09/2012 às 05h30

Quase cinco meses após as ameaças de ataques terroristas contra os estudantes, a UnB (Universidade de Brasília) reforçou a segurança no campus Darcy Ribeiro e diz que está monitorando a prisão dos autores das ameaças.
No último dia 12 de abril, uma mensagem publicada em um blog e espalhada pelas redes sociais anunciava um ataque à bomba no campus da UnB no dia seguinte. Os autores seriam cúmplices do ex-estudante da instituição Marcelo Valle Silveira Mello e do especialista em informática Emerson Eduardo Rodrigues, que foram presos por racismo em março, acusados de convocar extremistas para um massacre na UnB. As mensagens publicadas faziam apologia a crimes contra mulheres, negros, homossexuais, nordestinos e judeus, além de instigar abusos sexuais.
De acordo com a decana de assuntos comunitários, em exercício, da UnB, professora Márcia Melo Martins Kuyumjian, a reitoria tem acompanhado a situação dos jovens, que estão presos em Curitiba (PR). Ela diz que, apesar de o processo contra eles correr em segredo de Justiça, a universidade tem mandado ofícios regularmente à PF (Polícia Federal ) para certificar que eles ainda permanecem presos. Segundo a superintendência da PF no Paraná, os dois continuam na prisão e tiveram o pedido de liberdade negado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça).
Além do monitoramento dos autores das ameaças, a universidade acionou a Polícia Federal e a Civil para reforçar a segurança no campus Darcy Ribeiro. A decana informou ainda que o Conselho de Segurança da UnB também foi fortalecido. O órgão é formado por professores, servidores e alunos da instituição e discute estratégias de proteção à universidade.
Segundo a professora, esse trabalho é complementado pela ação do Batalhão Universitário ou Policiamento Cidadão Universitário, implantado após as ameaças, que levanta as fragilidades na segurança do campus. A decana garante que o clima na universidade é de tranquilidade.
— Desde então tem reinado uma paz por aqui. Até mesmo porque começou a greve logo após as intimidações, que foi uma tentativa abortada de usar um padrão internacional de ameaças que não surtiu efeito.
A decana informou ainda que aumentou o número de vigilantes e foram instaladas câmeras de segurança, bem como uma sala de monitoramento das imagens.
No entanto, o reforço das medidas de segurança não tranquilizaram totalmente os alunos da universidade. O estudante de antropologia O. S. contesta as informações da decana em exercício.
Ele diz que a reitoria não apresentou um plano efetivo para a segurança dos frequentadores da UnB. Entre as medidas que ele destaca como necessárias está a apresentação de um plano emergencial caso os ataques venham a ocorrer.
— Os seguranças da UnB estão preocupados com as questões patrimoniais e, ao mesmo tempo, é falso afirmar que com a presença da Polícia Militar no campus, por exemplo, a situação ficaria mais tranquila, porque a PM não está preparada para esse tipo de ataque. Então continuamos na mesma vulnerabilidade de antes.
Ele diz que os alunos se mobilizaram para esclarecer as informações sobre as ameaças e evitar o clima de boataria e pavor. Segundo ele, os estudantes, sem apoio da reitoria, também participaram da prisão do professor de história que entrou no campus, rasgou cartazes dos estudantes e disse que iria “acabar com os comunistas”.
— Nesse dia ficou claro o despreparo da reitoria em lidar com situações desse tipo.
Uma ex-estudante de antropologia e pesquisadora da UnB, que também pediu para não ser identificada, diz que mesmo após cinco meses, ainda não se sente segura no campus.
— Vai demorar para a gente ficar tranquila, até porque o caso ainda não foi totalmente esclarecido. Qualquer barulho diferente já deixa a gente apreensiva.
Ela diz que não tem informações sobre a situação dos jovens presos pela Polícia Federal, mas que vê a ronda de homens uniformizados que começaram a circular pela universidade depois das ameaças. A estudante afirmou ainda que sente falta de debates sobre o tema na universidade.
— Acho que deveria haver uma grande reflexão sobre o motivo de coisas assim acontecerem. Essa discussão político-social poderia ajudar, inclusive, a evitar a reincidência de casos como esse. Mas o que acontece é uma reação alarmista de apagar o incêndio e pronto.
Segundo O. S., atitudes de ódio e intolerância são comuns na universidade, como ataques homofóbicos, ataques a mulheres ou perseguição de movimentos políticos dos estudantes. Ele diz que a situação fica evidente nas pichações em cartazes ou nos banheiros da universidade. Para ele, as ameaças representam a radicalizações dessas atitudes.
— Nesse caso, houve um acúmulo de fatores: desde a luta pelas cotas, a marcha das vadias, a reportagem da Veja que dizia que a UnB é um “madrigal de esquerda”, tudo isso aguçou o ódio da parte conservadora dos estudantes da universidade, que chegaram ao ponto de radicalizar isso na tentativa de um ataque.
 FONTE R7