quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

FELIZ ANO NOVO !


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

INVASÕES EM RESIDÊNCIAS E LOJAS AUMENTAM 20% NO PERÍODO DAS FÉRIAS


INVASÕES EM RESIDÊNCIAS E LOJAS AUMENTAM 20% NO PERÍODO DAS FÉRIAS

Selma Migliori
 
Nos últimos tempos, uma modalidade de violência urbana tem aterrorizado a vida da população nos grandes centros urbanos. É o assalto aos condomínios residenciais, que coloca em risco a vida dos moradores, funcionários e visitantes.
 
De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE, esses delitos aumentam 20% no período das férias (entre dezembro e fevereiro). No entanto, muitos casos poderiam ser evitados com medidas simples que ajudam a proteger os edifícios, lojas e residências.
 
Em primeiro lugar, é importante mencionar que a segurança eletrônica, mercado que em 2013 movimentou quase R$ 5 bilhões, tem a finalidade de detectar, comunicar e inibir a ação criminosa. E o perfeito funcionamento de um determinado sistema de segurança eletrônico depende, basicamente, da procura por uma empresa especializada, do desenvolvimento de um projeto adequado, do treinamento das pessoas envolvidas com a segurança e da manutenção preventiva do sistema.
 
Hoje, a falta de atenção com os equipamentos esta entre os principais responsáveis por fazer com que a segurança eletrônica não tenha a eficácia desejada.
 
No que diz respeito aos condomínios, o primeiro passo é constituir uma comissão responsável pelas questões relacionadas à segurança. Com este grupo formado, a próxima etapa é fazer a contratação de uma empresa especializada, que deverá enviar um consultor técnico para elaborar o projeto de segurança contendo todas as etapas do procedimento, como funcionamento da guarita para recepção dos visitantes e entregadores, análise de risco do empreendimento e implementação de barreiras (muros, guaritas blindadas) e eletrônica (automação dos portões, proteção de perímetro, sistema de vídeo).
 
Ao contratar um profissional idôneo, o condomínio terá a garantia de contar com um modelo ideal de sistema eletrônico. O terceiro passo é a capacitação dos profissionais para extrair o máximo dessa tecnologia ou conjunto de sistemas, visando à segurança dele e dos condôminos.
 
Por último, vem a conscientização dos moradores. Se os condôminos não acreditarem que viver em segurança exige mudança de postura, o sistema terá pouca chance de funcionar corretamente. O morador deve ser o primeiro a lembrar das regras, propagá-las e tem, ainda, o dever de fiscalizar o sistema. Vale lembrar que o treinamento dos moradores deve ser contínuo e reciclado regularmente. 
 
Em resumo, tudo está relacionado à procura de uma empresa idônea. É ela que apresentará o que realmente o condomínio necessita. É extremamente importante que os síndicos ou integrantes das comissões de segurança entendam que segurança eletrônica não se compra no balcão. Se houver um ponto vulnerável, todo o sistema adotado pode não surtir efeito. Por isso, qualidade e postura por parte dos moradores e funcionários são as principais chaves para garantir a segurança nos condomínios.
 
Selma Migliori é presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE). 
 


segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

DIA DA JUSTIÇA


ANÁLISE DE CENÁRIOS / ANUÁRIO BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA 2014


ANÁLISE DE CENÁRIOS / ANUÁRIO BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA 2014


ANÁLISE DE CENÁRIOS / ANUÁRIO BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA 2014


ANÁLISE DE CENÁRIOS / ANUÁRIO BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA 2014


ANÁLISE DE CENÁRIOS / ANUÁRIO BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA 2014


APOIE QUEM EDUCA


EDUCAR PARA CRESCER


CORA CORALINA


domingo, 30 de novembro de 2014

FILOSOFIA


SÚMULA 444


INSEGURANÇA


ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO RIO DE JANEIRO


CONSEG


CULTURA DE PAZ


GIASES 2015


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

CONIC SEMESP 2014


ACESSIBILIDADE


DICA DE LEITURA GIASES


DICA DE LEITURA GIASES


DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA / GIASES OFICIAL


DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA / GIASES OFICIAL


DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA / GIASES OFICIAL


DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA / GIASES OFICIAL


DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA / GIASES OFICIAL


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

REFORÇO NA SEGURANÇA

UFPE anuncia reforço na segurança no entorno do campus Recife

Publicação: 05/11/2014 14:57 Atualização: 05/11/2014 17:04

Foto: Blenda Souto Maior/DP/D.A.Press
Foto: Blenda Souto Maior/DP/D.A.Press
A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) anunciou nesta quarta-feira o reforço na segurança do entorno do Campus Recife. Segundo a universidade, desde a segunda-feira passada, o 12º Batalhão de Polícia Militar aumentou o número de rondas na área.

Os ajustes no plano de segurança, solicitados pela Superintendência de Segurança Institucional (SSI) da UFPE, incluem ainda atividades de inteligência para prender assaltantes que possam vir a atuar no entorno. A integração entre SSI e Polícia Militar atende à comunidade universitária, aos moradores da área e aos órgãos localizados no entorno do Campus Recife.


SEGURANÇA NO ENEM 2014

Mais de 17 mil detectores de metal serão usados no Enem
Mariana Tokarnia – Mais de 17,3 mil detectores de metal serão usados nos locais de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste final de semana. De acordo com o ministro da Educação, Henrique Paim, todos os locais de aplicação terão pelo menos um aparelho.
O objetivo é evitar fraudes. Os candidatos não poderão portar equipamentos eletrônicos durante a prova. Aqueles que o fizerem serão eliminados. No ano passado, 47 candidatos foram eliminados por publicarem fotos e textos nas redes sociais e por portarem eletrônicos.
"Será o mesmo processo do ano passado. Vamos fazer este ano com mais rigor. Qualquer tentativa de fraude será coibida, e aqueles que quiserem fazer isso têm que ter consciência de que podem ser eliminados", diz Paim.
Os detectores poderão ser usados a qualquer momento, como previsto no edital. Para os candidatos que têm algum impedimento de serem submetidos ao procedimento, como aqueles que utilizam marcapasso, deverão levar para o exame um laudo médico.
"O Enem é um exame que a cada ano vem se consolidando, e representa para cada jovem e pessoa, que participa, a experiência de ter acesso ao ensino superior e educação profissional", diz Paim, ressaltando que cresce a responsabilidade do Ministério da Educação (MEC) e Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) com a segurança e estabilidade do exame.
Neste ano, mais de 8,7 milhões de candidatos farão as provas em 1,7 mil cidades. Serão 17,3 mil locais de aplicação e 242,9 mil salas. As provas foram encaminhadas aos municípios em 74,3 mil malotes com lacre eletrônico, que registam o horário do fechamento do malote na gráfica e horário que foi aberto no local de aplicação da prova, aumentando a segurança.

SEGURANÇA EM UNIVERSIDADES


CRIMINALIDADE


UNIVERSIDADE E VIOLÊNCIA

Universidade e violência contra as mulheres: vamos falar sério?


As mulheres já são maioria nas universidades brasileiras. Combater o machismo no ambiente acadêmico, contudo, segue sendo um desafio. As notícias de violência contra as estudantes dentro das instituições de ensino têm se multiplicado.

Por Virgínia Barros*, para o Portal Vermelho


UNE
"O movimento estudantil se mantém na linha de frente do combate a qualquer tipo de opressão contra as mulheres""O movimento estudantil se mantém na linha de frente do combate a qualquer tipo de opressão contra as mulheres"
A USP, por exemplo, maior instituição pública do país, tem sido espaço de muitas denúncias. Em setembro deste ano, uma estudante da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) denunciou uma tentativa de estupro. Ela vinha recebendo bilhetinhos anônimos e foi abordada com violência no estacionamento por um homem que não conseguiu identificar. Ela só conseguiu escapar porque acionou a buzina do carro insistentemente.

Recentemente, chamou a atenção de todo o país uma audiência da Assembleia Legislativa de São Paulo em que duas jovens afirmaram terem sido estupradas em festas organizadas por veteranos de medicina da principal universidade paulista. Em decorrência destas denúncias, foi aberto um inquérito pelo Ministério Público Estadual para investigar casos de violência sexual e agressão às mulheres e homossexuais na Faculdade de Medicina da USP.

Além do trauma, medo e vergonha – a culpabilização das vítimas é frequente – as mulheres que sofrem violência sexual têm dificuldade de encontrar testemunhas. Não existem estatísticas sobre o tema em universidades brasileiras, mas os casos se repetem em agressões cometidas pelos próprios estudantes e por pessoas de fora da instituição, que entram no campus por falta de segurança. As universidades, portanto, também são responsáveis.

Nos Estados Unidos, em maio, o Departamento de Educação divulgou uma relação de 55 universidades e faculdades norte-americanas investigadas por suspeita de não cumprirem a lei ao lidar com denúncias de violência, abuso sexual ou assédio sexual. A lista inclui universidades mundialmente famosas, como a Faculdade de Direito de Harvard e Harvard College, assim como as universidades de Berkeley, Princeton, entre outras.

Há alguns meses, uma estudante da universidade de Columbia desfilou pela faculdade com o colchão onde sofreu violência sexual dentro da instituição para chamar a atenção para o caso, depois que a direção da universidade considerou inocente o acusado, um colega de quarto da estudante.

Muitos consideram uma “epidemia” o número de agressões sexuais nos campi. Nos EUA, segundo dados das próprias universidades, uma em cada cinco estudantes já foi atacada, mas só 12% denunciaram. Na Califórnia, existe uma lei inédita que obriga todas as faculdades a terem uma política contra agressões sexuais - e as universidades que se negam podem deixar de ganhar repasses de verbas do governo. Algumas já adotaram medidas para orientar os estudantes de que os espectadores têm o poder e o dever de intervir em situações que podem vitimar as mulheres.

Nota-se, portanto, que este não é um problema exclusivo do nosso país, mas o reflexo da cultura machista que prevalece na sociedade contemporânea. Nós, mulheres, conquistamos o direito de trabalhar fora de casa, mas ainda recebemos salários inferiores ao dos homens. Chegamos à chefia de grandes empresas e postos políticos importantes, inclusive na presidência da República, mas ainda sofremos com estereótipos que ridicularizam nossa presença nos espaços de poder. Tornamo-nos maioria na universidade, mas ainda carecemos de políticas de permanência, saúde e segurança que se voltem especificamente para as mulheres.

Todos devem ter consciência de que zelar pela integridade das estudantes deve ser papel da instituição, dos homens e das mulheres dentro das universidades. Combater o machismo com atitudes diárias, seja no dia-a-dia das aulas ou em festas e ambientes de descontração, é o caminho para que as mulheres não se sintam ameaçadas. Por isso é necessário que se ampliem em âmbito nacional as delegacias de proteção à mulher e as punições aos agressores. No contexto das universidades, precisamos criar órgãos específicos que sejam responsáveis pela apuração de todos os casos e pelo amparo psicológico às estudantes vitimadas.

A segurança dentro dos campi é assunto frequente na reivindicação do movimento estudantil. É preciso uma solução séria e eficiente para o tema: nem a truculência da Polícia Militar, nem a inanição da guarda patrimonial. Queremos acender o debate sobre o retorno da guarda universitária aos quadros da universidade, para que haja um corpo de segurança especialmente treinado para este ambiente e que possa assegurar a defesa social da comunidade acadêmica.

Precisamos também melhorar a infraestrutura do campus: ocupar com inteligência e segurança os espaços e reforçar o sistema de iluminação para os estudantes que estudam à noite. Avançar nas políticas de assistência estudantil para melhorar as condições de vida e aprendizado de todos os estudantes também é fundamental, com creches e assistência médica e psicológica inserida nos planejamentos das instituições.

O movimento estudantil se mantém na linha de frente do combate a qualquer tipo de opressão contra as mulheres: somente na luta cotidiana contra o machismo poderemos mudar essa realidade de medo e violência e construir uma sociedade igualitária e fraterna, onde todos e todas possam viver plenamente a sua diversidade.


*É presidenta da UNE