domingo, 30 de novembro de 2014

FILOSOFIA


SÚMULA 444


INSEGURANÇA


ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO RIO DE JANEIRO


CONSEG


CULTURA DE PAZ


GIASES 2015


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

CONIC SEMESP 2014


ACESSIBILIDADE


DICA DE LEITURA GIASES


DICA DE LEITURA GIASES


DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA / GIASES OFICIAL


DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA / GIASES OFICIAL


DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA / GIASES OFICIAL


DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA / GIASES OFICIAL


DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA / GIASES OFICIAL


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

REFORÇO NA SEGURANÇA

UFPE anuncia reforço na segurança no entorno do campus Recife

Publicação: 05/11/2014 14:57 Atualização: 05/11/2014 17:04

Foto: Blenda Souto Maior/DP/D.A.Press
Foto: Blenda Souto Maior/DP/D.A.Press
A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) anunciou nesta quarta-feira o reforço na segurança do entorno do Campus Recife. Segundo a universidade, desde a segunda-feira passada, o 12º Batalhão de Polícia Militar aumentou o número de rondas na área.

Os ajustes no plano de segurança, solicitados pela Superintendência de Segurança Institucional (SSI) da UFPE, incluem ainda atividades de inteligência para prender assaltantes que possam vir a atuar no entorno. A integração entre SSI e Polícia Militar atende à comunidade universitária, aos moradores da área e aos órgãos localizados no entorno do Campus Recife.


SEGURANÇA NO ENEM 2014

Mais de 17 mil detectores de metal serão usados no Enem
Mariana Tokarnia – Mais de 17,3 mil detectores de metal serão usados nos locais de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste final de semana. De acordo com o ministro da Educação, Henrique Paim, todos os locais de aplicação terão pelo menos um aparelho.
O objetivo é evitar fraudes. Os candidatos não poderão portar equipamentos eletrônicos durante a prova. Aqueles que o fizerem serão eliminados. No ano passado, 47 candidatos foram eliminados por publicarem fotos e textos nas redes sociais e por portarem eletrônicos.
"Será o mesmo processo do ano passado. Vamos fazer este ano com mais rigor. Qualquer tentativa de fraude será coibida, e aqueles que quiserem fazer isso têm que ter consciência de que podem ser eliminados", diz Paim.
Os detectores poderão ser usados a qualquer momento, como previsto no edital. Para os candidatos que têm algum impedimento de serem submetidos ao procedimento, como aqueles que utilizam marcapasso, deverão levar para o exame um laudo médico.
"O Enem é um exame que a cada ano vem se consolidando, e representa para cada jovem e pessoa, que participa, a experiência de ter acesso ao ensino superior e educação profissional", diz Paim, ressaltando que cresce a responsabilidade do Ministério da Educação (MEC) e Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) com a segurança e estabilidade do exame.
Neste ano, mais de 8,7 milhões de candidatos farão as provas em 1,7 mil cidades. Serão 17,3 mil locais de aplicação e 242,9 mil salas. As provas foram encaminhadas aos municípios em 74,3 mil malotes com lacre eletrônico, que registam o horário do fechamento do malote na gráfica e horário que foi aberto no local de aplicação da prova, aumentando a segurança.

SEGURANÇA EM UNIVERSIDADES


CRIMINALIDADE


UNIVERSIDADE E VIOLÊNCIA

Universidade e violência contra as mulheres: vamos falar sério?


As mulheres já são maioria nas universidades brasileiras. Combater o machismo no ambiente acadêmico, contudo, segue sendo um desafio. As notícias de violência contra as estudantes dentro das instituições de ensino têm se multiplicado.

Por Virgínia Barros*, para o Portal Vermelho


UNE
"O movimento estudantil se mantém na linha de frente do combate a qualquer tipo de opressão contra as mulheres""O movimento estudantil se mantém na linha de frente do combate a qualquer tipo de opressão contra as mulheres"
A USP, por exemplo, maior instituição pública do país, tem sido espaço de muitas denúncias. Em setembro deste ano, uma estudante da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) denunciou uma tentativa de estupro. Ela vinha recebendo bilhetinhos anônimos e foi abordada com violência no estacionamento por um homem que não conseguiu identificar. Ela só conseguiu escapar porque acionou a buzina do carro insistentemente.

Recentemente, chamou a atenção de todo o país uma audiência da Assembleia Legislativa de São Paulo em que duas jovens afirmaram terem sido estupradas em festas organizadas por veteranos de medicina da principal universidade paulista. Em decorrência destas denúncias, foi aberto um inquérito pelo Ministério Público Estadual para investigar casos de violência sexual e agressão às mulheres e homossexuais na Faculdade de Medicina da USP.

Além do trauma, medo e vergonha – a culpabilização das vítimas é frequente – as mulheres que sofrem violência sexual têm dificuldade de encontrar testemunhas. Não existem estatísticas sobre o tema em universidades brasileiras, mas os casos se repetem em agressões cometidas pelos próprios estudantes e por pessoas de fora da instituição, que entram no campus por falta de segurança. As universidades, portanto, também são responsáveis.

Nos Estados Unidos, em maio, o Departamento de Educação divulgou uma relação de 55 universidades e faculdades norte-americanas investigadas por suspeita de não cumprirem a lei ao lidar com denúncias de violência, abuso sexual ou assédio sexual. A lista inclui universidades mundialmente famosas, como a Faculdade de Direito de Harvard e Harvard College, assim como as universidades de Berkeley, Princeton, entre outras.

Há alguns meses, uma estudante da universidade de Columbia desfilou pela faculdade com o colchão onde sofreu violência sexual dentro da instituição para chamar a atenção para o caso, depois que a direção da universidade considerou inocente o acusado, um colega de quarto da estudante.

Muitos consideram uma “epidemia” o número de agressões sexuais nos campi. Nos EUA, segundo dados das próprias universidades, uma em cada cinco estudantes já foi atacada, mas só 12% denunciaram. Na Califórnia, existe uma lei inédita que obriga todas as faculdades a terem uma política contra agressões sexuais - e as universidades que se negam podem deixar de ganhar repasses de verbas do governo. Algumas já adotaram medidas para orientar os estudantes de que os espectadores têm o poder e o dever de intervir em situações que podem vitimar as mulheres.

Nota-se, portanto, que este não é um problema exclusivo do nosso país, mas o reflexo da cultura machista que prevalece na sociedade contemporânea. Nós, mulheres, conquistamos o direito de trabalhar fora de casa, mas ainda recebemos salários inferiores ao dos homens. Chegamos à chefia de grandes empresas e postos políticos importantes, inclusive na presidência da República, mas ainda sofremos com estereótipos que ridicularizam nossa presença nos espaços de poder. Tornamo-nos maioria na universidade, mas ainda carecemos de políticas de permanência, saúde e segurança que se voltem especificamente para as mulheres.

Todos devem ter consciência de que zelar pela integridade das estudantes deve ser papel da instituição, dos homens e das mulheres dentro das universidades. Combater o machismo com atitudes diárias, seja no dia-a-dia das aulas ou em festas e ambientes de descontração, é o caminho para que as mulheres não se sintam ameaçadas. Por isso é necessário que se ampliem em âmbito nacional as delegacias de proteção à mulher e as punições aos agressores. No contexto das universidades, precisamos criar órgãos específicos que sejam responsáveis pela apuração de todos os casos e pelo amparo psicológico às estudantes vitimadas.

A segurança dentro dos campi é assunto frequente na reivindicação do movimento estudantil. É preciso uma solução séria e eficiente para o tema: nem a truculência da Polícia Militar, nem a inanição da guarda patrimonial. Queremos acender o debate sobre o retorno da guarda universitária aos quadros da universidade, para que haja um corpo de segurança especialmente treinado para este ambiente e que possa assegurar a defesa social da comunidade acadêmica.

Precisamos também melhorar a infraestrutura do campus: ocupar com inteligência e segurança os espaços e reforçar o sistema de iluminação para os estudantes que estudam à noite. Avançar nas políticas de assistência estudantil para melhorar as condições de vida e aprendizado de todos os estudantes também é fundamental, com creches e assistência médica e psicológica inserida nos planejamentos das instituições.

O movimento estudantil se mantém na linha de frente do combate a qualquer tipo de opressão contra as mulheres: somente na luta cotidiana contra o machismo poderemos mudar essa realidade de medo e violência e construir uma sociedade igualitária e fraterna, onde todos e todas possam viver plenamente a sua diversidade.


*É presidenta da UNE

CINCO ATITUDES PELA EDUCAÇÃO


DIA NACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO


CONIC SEMESP 2014 NA UNICID


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A CAMINHO DOS 18 ANOS DO GIASES

“Pensando, vivendo e respirando Segurança no dia a dia das Universidades de São Paulo”
Para falar da importância do GIASES ( Grupo Integrado de Apoio a Segurança do Ensino Superior Particular do Estado de São Paulo ) voltemos a Outubro do ano de 1996, quando o SEMESP       ( Sindicado das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo ) deu início em sua sede social, a uma ampla discussão e debate sobre a criminalidade e aumento da violência urbana na cidade de São Paulo.
Após três reuniões criou-se em 26 de Fevereiro de 1997, o Grupo Informal de Agentes de Segurança do Ensino Superior ( GIASES ) gerido por um regulamento próprio e aprovado por diversas Instituições de Ensino Superior fundadoras, caracterizado pela sua informalidade e confidencialidade, sem fins lucrativos e com vínculo apenas com as Instituições de Ensino Superior  participantes do Grupo de Agentes de Segurança.
Nasceu o GIASES apoiado pelo SEMESP no bairro do Ipiranga, reunindo as chefias de segurança das faculdades, centros universitários e universidades do Estado de São Paulo, com o objetivo de trocar experiências, na busca de soluções conjuntas para o grave problema do aumento da violência nos Campi reflexo do aumento da insegurança pública.

Em 26 de Março de 1997 foi eleita a primeira diretoria do GIASES com as propostas de: realizar ações positivas e concretas contra o uso indevido de entorpecentes nos campi, criar uma rede de informações junto com os órgãos policiais ( na época o DECAP da Polícia Civil do Estado de São Paulo ), aumentar o conhecimento sobre as novas tecnologias na área de segurança patrimonial e eletrônica, fazer um planejamento em conjunto com a CET   ( Companhia de Engenharia de Tráfego ) para evitar acidentes no entorno dos Campi, manter um bom relacionamento com diversos órgãos do poder público , principalmente a aproximação com as Administrações Regionais e com a Prefeitura da Cidade de São Paulo e fazer uma pesquisa preliminar  junto aos membros do GIASES sobre a infra estrutura e gestão  dos departamentos de segurança patrimonial nos diversos Campi de São Paulo.
Diversos produtos foram criados pelas administrações anteriores à Gestão Tempestade de Compromisso liderada pelo Sr. Ulisses Nascimento da Universidade Paulista (UNIP) no ano de 2005, como as cartilhas referentes  ao aprimoramento do controle de acesso , a criação de campanhas contra a Droga nas Escolas e o Manual do Plano de Emergência das Instituições de Ensino. No ano de 2005 o GIASES já com sua nova denominação – Grupo Integrado de Apoio à Segurança do Ensino Superior do Estado de São Paulo - que foi aprovada em Assembléia Geral em 2003 , segue novos rumos.
A nova Gestão caminhou em direção ao planejamento,  da  qualidade e do esforço conjunto para fazer com que todas as IES estivessem comprometidas com a eficiência administrativa e que o trabalho de inteligência em segurança empresarial fosse aplicado aos departamentos de segurança do ensino superior.
A   Gestão Proteção Profissional  foi uma administração do GIASES que teve  como Coordenador o Sr. Ulisses Nascimento da UNIP em seu segundo mandato  , o vice-coordenador Sr. Wagner Grans da Universidade São Judas Tadeu, e teve como secretários os Srs. Paulo Borges da FECAP e Sr. Agenor Bomfim da UNINOVE , teve orgulho  de sua contribuição para a melhoria da qualidade dos corpos de segurança, e diminuição das ocorrências externas e internas  nas Universidades do Estado de São Paulo  .
Os membros do GIASES e seus parceiros estão cada vez mais conscientes do papel de multiplicadores, pois o espaço do GIASES é para congregar efetivamente os profissionais que gerenciam as áreas de Segurança do Trabalho, Patrimonial , Informações e Emergência e seus subsistemas. A troca de experiências, conhecimento  e informações entre as IES que participam das reuniões mensais é fator fundamental para transformar este Grupo de Profissionais, no “ Observatório  “ de melhores práticas em segurança , voltada ao segmento educacional do Estado de São Paulo . O exemplo do GIASES deve ser seguido pelos responsáveis pela segurança escolar e universitária do Brasil, pois a união é fator fundamental para dar segurança ao negócio educacional, aos alunos, professores e colaboradores do sistema. Estaremos sempre dispostos  a ajudar na criação dos Fóruns Regionais e Estaduais que discutam temas pertinentes à Educação e Segurança.
A luta continuou  e o futuro do GIASES apoiado pelo SEMESP, está nas mãos da nova diretoria, que  desde 2008 conta com o Sr. Wagner Grans à frente, com o Sr. Ulisses Nascimento na vice coordenação e diretoria de relacionamento e os secretários Srs. Paulo Borges da Fecap e Agenor Bomfim agora na UMC  .
Esta diretoria está  desenvolvendo pesquisas e estudos para fundamentar a análise de cenários prospectivos e gerenciamento de risco nos Campi Universitários , melhorando o processo de capacitação e treinamento de Gestores e desenvolvendo o conceito de Proteção Preventiva. Pretende realizar eventos e encontros de segurança universitária e também ouvir o aluno, o professor , o colaborador , nossas  campanhas educativas estão sendo desenvolvidas pelos nossos parceiros do setor publico e do setor privado e acima de tudo pretendemos multiplicar conhecimento científico em uma área que é inédita no Brasil.

VEDUCA


REUNIÃO DO GIASES EM BREVE ...


CONTENÇÃO DE ATIRADORES ATIVOS


GRUPO INTEGRADO DE APOIO À SEGURANÇA DAS IES DE SÃO PAULO / SEMESP


GESTÃO DE SEGURANÇA EM UNIVERSIDADES


BLINDAGENS


CAMPANHA PERMANENTE - PRATIQUE SEGURANÇA !


ENEM 2014


ABESE / ENCONTRO DE EMPRESÁRIOS DE SEGURANÇA ELETRÔNICA






CONGRESSO DIGITAL SECURITY 2014


ISRAEL HLS 2014


MASTER MAYOR WEEK 2014




CONIC SEMESP 2014