quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

NENHUMA VIDA VALE MENOS !


DIA ANTITROTE NA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO


DIA ANTITROTE / 24 DE FEVEREIRO

Dia Antitrote: relatos à CPI das universidades vão embasar debate na USP

Encontro com alunos vai mostrar estratégias para reverter o problema da violência no trote
por Redação RBA publicado 17/01/2015 11:58

RICARDO KOBAYASHI/ASSEMBLEIA LEGISLATIVA
adriano diogo alesp
Adriano Diogo, presidente da CPI (à esq.), reúne-se com organizadores do 'Dia Antitrote'
São Paulo – A Universidade de São Paulo (USP) vai realizar o evento 'Democracia Universitária, ética e corpo: não à opressão, nenhuma vida vale menos' no dia 24 de fevereiro, a partir das 9h, no Teatro da Faculdade de Medicina da USP, já denominado Dia Antitrote. Segundo a professora Zilda Iocoi, presidente da Diversitas-Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias e Conflitos, a ideia é ensinar aos alunos como lutar e reverter o problema da violência no trote.
Os relatos colhidos na CPI de violações dos direitos humanos das universidades paulistas, presidida pelo deputado Adriano Diogo (PT), na Assembleia Legislativa de São Paulo, embasam a organização do evento.
Tanto a CPI quanto o evento resultam de audiências públicas promovidas pela Comissão de Direitos Humanos do legislativo paulista quando alunos vítimas de estupro, racismo e preconceito denunciaram trotes violentos ocorridos na FMUSP.
O evento tem participação de estudantes, docentes e representantes da faculdade, prefeitura do campus da Capital-USP, superintendência de Segurança da Cidade Universitária, Adusp e Coletivo Feminista Geni da FMUSP.
Estão previstas as mesas-redondas 'Ações contra a opressão', 'Desocultando opressões' e 'Ações que superem o ciclo de violência'.
Após a morte do estudante Edison Tsung Hsueh, de 22 anos, em 22 de fevereiro de 1999, os trotes foram proibidos na USP, mas continuaram ocorrendo na FMUSP e em campus do interior do Estado.
O presidente da Associação dos Docentes da USP (Adusp), Ciro Teixeira Correia, disse que a realização do evento no Teatro da FMUSP não significa que o problema do trote ocorra apenas naquela instituição.

Com informações da Assembleia Legislativa de São Paulo

FÓRUM INTERNACIONAL DE SEGURANÇA CIBERNÉTICA / FRANÇA


Começou nesta terça-feira (20) em Lille, no norte da França, a sétima edição do Fórum Internacional da Segurança Cibernética. Durante dois dias, representantes dos setores público e privado estarão reunidos para discutir a estratégia de proteção de dados de empresas e órgãos do governo, além da luta contra o extremismo. O tema se tornou uma prioridade depois dos ataques em Paris há cerca de 10 dias.
Os atentados na capital francesa, que deixaram 17 mortos e foram reinvidicados pela filial da Al Qaeda no Iêmen, relançam um debate sobre o monitoramento da web para evitar novos ataques. O assunto gera polêmica, já que muitas ONGS temem a institucionalização do desrespeito à privacidade dos internautas e às liberdades individuais.
A ideia de um "Patriot Act" à francesa, a lei antiterrorista votada nos Estados Unidos depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, chegou a ser proposta por alguns líderes políticos. A nova lei da programação militar, votada em novembro pela Assembleia Nacional, também facilitará a ação dos serviços especializados e autorizará a coleta de dados e a espionagem de suspeitos – que poderá ser efetuada sem o acordo da Justiça.
Logo após os atentados, o primeiro-ministro francês, Manuel Valls, pediu ao ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, que apresentasse uma série de medidas para coibir o doutrinamento na Internet e nas redes sociais. Algumas delas poderão ser anunciadas durante o Fórum, que também contará com a participação do ministro da Defesa, Jean Yves Le Drian. Nesta edição, são esperados mais de 100 mil participantes.
“O programa do Fórum acabou sofrendo algumas alterações por conta dos acontecimentos, mas todos os assuntos envolvendo a segurança cibernética são sempre “quentes.” Tem ataques todas as semanas, como os ocorridos contra a Sony. E com todos os roubos de dados que aconteceram nos últimos anos, penso que ainda falta muita proteção para nossas empresas”, diz Vincent Riou, diretor comercial da empresa CEIS, especializada em Defesa e Segurança, e organizadora do Fórum. Ele também lembra que os meios colocados à disposição dos serviços secretos e especializados já haviam sido reforçados antes dos atentados.

Pequenas empresas são alvos fáceis

De acordo com Riou, os recursos para lutar contra os crimes cibernéticos e o extremismo estão à disposição das autoridades francesas, mas o mais complicado continua sendo escolher os bons "alvos" nas investigações e organizar os dispositivos.
O recrutamento de profissionais especializados no mercado é outro desafio. A maioria das universidades não oferece um diploma em segurança cibernética. As pequenas empresas também são alvos fáceis, diz. "Os meios técnicos existem. O desafio é organizacional para que tudo funcione direito. Esta é a parte tática, mas também não podemos esquecer o setor privado. Temos um grande déficit de proteção nas pequenas empresas", explica.
De acordo com Riou, mais de 80% das pequenas empresas francesas não estão protegidas. O problema é que muitas delas são contratadas por grandes corporações para efetuar a gestão de dados confidenciais. Sem contar que a maioria dos programas utilizados são americanos, e mesmo que haja uma garantia de proteção do fabricante, o ideal, diz o especialista, é que a França produzisse seus próprios softwares neste setor, um dos temas que também integra a programação do Fórum. O evento termina nesta quarta-feira (21).

FORÇA TAREFA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

A Universidade Federal de Goiás convidou mais de 40 pesquisadores para diagnosticar os problemas de segurança nos campus. O grupo de pesquisa Violência, Conflitos e Crimes foi uma resposta à preocupação da Reitoria em relação ao aumento de crimes na instituição.  O estopim foi um episódio em que supostos traficantes se ameaçaram armados, em abril do ano passado.
“O rapaz que estava devendo saiu correndo e chegou inclusive a pedir ajuda ao guarda daqui”, conta o coordenador do grupo e diretor da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) Dijaci David de Oliveira. O Professor disse que a partir desse fato, ficou mais evidente a existência de tráfico nas imediações da Universidade.
Dividida em três partes, a pesquisa pretende gerar subsídio para um Plano de Segurança da UFG que será aplicado esse ano. Entrevistas com mais de 1100 estudantes, levantamento das ocorrências  em delegacias, comparação com outras universidades. Essas são algumas das medidas realizadas pelos pesquisadores. “Não é uma coisa diletante de ficar pensando. Tem prazo”, explica o professor Francisco Tavares, também da FCS, que se preocupa com uma possível interpretação equivocada de seu trabalho. “Medidas efetivas não precisam ser necessariamente aumento de aparato coercitivo”, defende.
O relatório final com o resultado da pesquisa deveria ter ficado pronto em dezembro de 2014. De acordo com um bolsista participante do grupo, ele está atrasado porque só foi aprovado pelo Conselho de Ética da UFG em dezembro do ano passado.
Patio UFG thalys
Os estudantes do período noturno são os mais atingidos pelo medo da violência. Dos 30 entrevistados, 17 afirmam ouvir boatos de assaltos e arrombamentos de veículos. Desses, cinco conhecem vítimas desses tipos de crime. Um aluno do curso de Administração relatou que a maioria dos assaltos acontece nos pontos de ônibus. Ele responsabiliza o atraso dos coletivos e a falta de vigilantes, como fatores que colaboram para esse tipo de ação dos criminosos.
Dados do Centro de Gestão do Espaço Físico da UFG (Cegef)* revelam o aumento de furto em veículos. O número de ocorrências de arrombamento de carro seguido de furto de pertences subiu de 15 para 81, quando comparados os anos de 2012 e 2013. Também é evidente o aumento de assaltos. Entretanto, o baixo número de ocorrências para essa forma de delito, menos de 10 por ano, impede que se tenha uma noção real do problema. Já o roubo de automóveis e furto de patrimônio diminuiu consideravelmente.
O diretor do Cegef, Marco Antônio de Oliveira, citou outras medidas que foram tomadas para combater a insegurança. Em 2010 contrataram a empresa Tecnoseg, gigante da segurança patrimonial no Centro-Oeste, para fazer um trabalho de consultoria na universidade. “Dessa forma foi possível diagnosticar os problemas e propor alternativas para melhorar a segurança em curto, médio e longo prazo”, explica o diretor. Em 2014 entrou em vigor o novo Procedimento Operacional Padrão dos vigias e vigilantes, que visa unificar a conduta dos profissionais de diferentes empresas terceirizadas.
Bosque UFG - thalys

DROGAS

O consumo de Cannabis sativa (maconha) no espaço do Bosque Augute Saint-Hilaire, localizado no Campus Samambaia, não é coibido pelos seguranças da Universidade. Seu uso se tornou habitual e é quase uma tradição desse espaço. Com o aumento de ações policiais contra traficantes em outras partes da cidade, como na Praça Universitária, a UFG se tornou um lugar convidativo para esse tipo de comércio.
“Não era desse jeito antigamente. Para pegar beque (cigarro de maconha) tinha que ligar para alguém, esperar chegar, e tinha que pegar muito”, explica um usuário. Hoje é possível comprar a droga em diversas quantidades nos pontos espalhados nas partes internas e externas da mata.
A professora Marilúcia Lago, da Faculdade de Educação (FE), encontra relação entre o aumento de crimes e o tráfico de drogas. “O adolescente que vende para o estudante universitário, na maioria das vezes, pertence a outro universo” explica, se referindo às diferentes realidades sociais. “Se ele começa a utilizar alguma droga, ele vai ter que entrar em um tecido social totalmente desfavorável a ele”. Com vasta experiência com menores infratores e no setor penitenciário, ela é idealizadora do projeto Vamos Conversar Sobre o Bosque. Uma série de iniciativas como debates e atividades culturais com o objetivo de reocupar os espaços estigmatizados dentro da Universidade.
O professor Dijaci de Oliveira defende que os problemas de segurança se devem, inicialmente, ao isolamento e a precarização do Bosque Auguste de Saint-Hilaire. Nos últimos anos, parte do espaço se transformou em um canteiro de obras e seus dois portões de entrada foram fechados temporariamente. Ele revela que a empresa responsável pela reforma da Faculdade de Física abandonou a obra, obrigando a universidade a abrir um novo processo de licitação. Sobre isso, o supervisor do Cegef, Joacir, disse que estão apenas esperando a término da construção para iniciar uma reforma no Bosque.
Bosque UFG 2 - thalys

POLÍCIA

Não existem motivos legais que proíbam a presença da Polícia Militar dentro da UFG. O diretor do Cegef Marco Antônio explica que não há um convênio entre a Universidade e a PM, mas que eles prezam por uma boa relação com a mesma. “Pensamos que a entrada da polícia não tem que ser de forma ostensiva, mas sim preventiva”, defende. Por outro lado, o professor Dijaci revela que algumas vezes a PM deixaria de atender ao chamado da Federal, como uma espécie de ‘punição’ por não ter livre acesso aos campus.
Existe a hipótese de que a Polícia Civil já tenha iniciado uma investigação. O professor da FCS Fracisco Tavares é a favor desse tipo de ação, desde que controlada pela comunidade universitária. Também afirma que isso já acontece em menor escala, na investigação de crimes cometidos dentro da Federal. Já o gerente de segurança Elias Magalhães, garante que não existe nenhuma investigação da Polícia Civil, e que caso houvesse, ela teria que passar pelo setor de segurança da UFG.
*Os dados do Cegef só incluem ocorrências feitas dentro dos campus.
(Com informações do Projeto de Extensão da UFG Boca Livre – 2014)

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO MUDA CHEFIA DE SEGURANÇA



A Universidade de São Paulo (USP) mudou a chefia de segurança da instituição, tirando a professora e antropóloga Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer para colocar em seu lugar o médico veterinário José Antonio Visintin. Ana Lúcia, que diz ter sido pega de surpresa com a decisão, sai da superintendência de Segurança depois de apenas nove meses no cargo.
A gestão de Ana Lúcia foi marcada por uma tensão na relação com a reitoria sobre alguns temas, como, por exemplo, a presença ostensiva da Polícia Militar no câmpus e a postura da universidade diante das denúncias de estupro na Faculdade de Medicina. A segurança da unidade não presta contas à reitoria.
"O fato é que a Faculdade de Medicina é um feudo e eu como superintendente nunca tive acesso. Tive uma conversa muito séria com o reitor (Marco Antonio Zago) em dezembro e ele me disse que cabia ao diretor da faculdade tomar as providências. Foi objetivo e curto", disse ela. "Havia tensões numa área cheia de problemas. E eu não estava lá necessariamente para concordar e, sim, como especialista em direitos humanos, justiça, trazer opiniões e alertar para os rumos."
Sobre a presença da PM no câmpus, Ana Lúcia defendia que a corporação estivesse no câmpus quando chamada pela Guarda Universitária. "Há um grupo na reitoria que pensa que a presença ostensiva da polícia seja ideal e eu me coloquei contrária (a essa posição). Essa era uma tensão."
Professora do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), Ana Lúcia foi avisada de que sairia do cargo em 20 de janeiro, no mesmo dia em que voltou de férias. "Foi decisão da reitoria, fui pega de surpresa", diz ela. A informação sobre a troca no comando do órgão foi publicada na terça-feira, 27, pelo jornal Folha de S.Paulo.
Passagem
A antropóloga ficou apenas nove meses no cargo - quatro dos quais enquanto havia greve dos funcionários. Ela havia substituído o coronel aposentado Luiz de Castro Júnior - no cargo desde o convênio que consolidou, em 2012, a presença da Polícia Militar na Cidade Universitária. A reitoria informou que não se manifestaria sobre o assunto. O novo superintendente é próximo de Zago e tem acompanhado de perto a gestão. 
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

SEGURANÇA MÁXIMA DA ÁGUA

As universidades do Minho, em Braga, e de São Paulo, no Brasil, estão a partir de hoje juntas num projeto que visa garantir "segurança máxima" à água que chega às torneiras dos consumidores.

"O objetivo é identificar onde estão os perigos, priorizar esses mesmos perigos e definir medidas de correção para os mais importantes, de forma a garantir segurança máxima para a água que chega às torneiras, durante 365 dias por ano", explicou José Vieira, coordenador do projeto em Portugal.
Hoje, na Universidade do Minho (UMinho), foi apresentado oficialmente o Centro de Referência em Segurança da Água Portugal/Brasil (CERSA), que resulta de uma parceria entre as universidades do Minho e de São Paulo.
O centro quer constituir-se numa referência internacional em segurança da água e saúde pública, ao nível da investigação, formação, auditoria e consultoria, envolvendo os mais diversos agentes e instituições.
Da UMinho, os parceiros são essencialmente da Escola de Engenharia, enquanto São Paulo avança com a Escola da Saúde.
No futuro, e segundo José Vieira, o CERSA pode estender-se a outros de língua portuguesa, nomeadamente da África, "que é onde o problema da água se coloca com mais acuidade".
Uma visão partilhada pelo reitor da UMinho, António Cunha, que afirmou ser "expectável que os parceiros possam aumentar a curto prazo, no espaço que fala que português".
Em Braga, o CERSA vai funcionar no Centro do Território, Ambiente e Construção da UMinho, na Escola de Engenharia, associando um conjunto de laboratórios, professores e investigadores.
O outro polo do CERSA fica na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e será apresentado em março, em Brasília, aquando do Congresso Internacional de Segurança da Água, organizado pelo Ministério da Saúde do Brasil.
A ideia de criação deste centro de investigação surgiu após a ONU ter reconhecido, em 2010, a água e o saneamento como direitos humanos, que devem ser garantidos de forma universal para a proteção da saúde pública e da qualidade de vida nas sociedades modernas.
Diário Digital com Lusa

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